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Petrobras lucra cerca de R$ 17 bi nos últimos 9 meses

25/10/2013 | 21h06
Petrobras lucra cerca de R$ 17 bi nos últimos 9 meses
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A Petrobras lucrou de janeiro a setembro R$ 17.289 bilhões - resultado 29% maior do que o mesmo período de 2012. Segundo a estatal, o aumento do resultado operacional em 3% refletiu os ganhos com a venda de ativos e as menores baixas de poços secos e subcomerciais que compensaram as perdas com a defasagem de preços. O EBITDA ajustado atingiu R$ 47 bilhões 413 milhões, 14% superior ao mesmo período de 2012.

O resultado divulgado hoje (25) pela estatal para o mercado detalha que, no 3º trimestre, o lucro líquido foi de R$ 3,4 bilhões - 45% inferior ao do 2º trimestre, refletindo o menor lucro operacional do período. O resultado operacional, explica a companhia, foi 51% menor, impactado pelo aumento das importações de derivados e pela maior defasagem no preço dos derivados, decorrente da depreciação cambial aliado ao aumento do preço internacional do petróleo.


Produção

A produção de petróleo e gás natural totalizou 2 milhões 542 mil barris de óleo equivalente por dia na média dos nove meses, 2% inferior ao mesmo período de 2012, em consequência do declínio natural dos campos, da maior concentração de paradas programadas em 2013 e da venda de ativos no exterior. Porém, no trimestre, a produção doméstica se manteve estável.

"A produção de petróleo no Brasil ficou no mesmo patamar do realizado no 2º trimestre. Já a produção do mês de setembro foi 3,7% superior ao verificado no mês de agosto e 4,8% superior a julho, decorrência da menor intensidade de paradas programadas", comenta a presidente da estatal, Graça Foster. "Nossos reservatórios vêm apresentando produtividade acima do previsto", ressalta a executiva, anunciando que a Unidade Operacional Bacia de Campos (UO-BC) teve uma eficiência opercional de 75%, e a Unidade Operacional Rio (UO-RIO) de 92%. "Isso nos permitiu recuperar 65 mil barris por dia de produção neste trimestre por meio do Programa de Aumento de Eficiência Operacional da Bacia de Campos (PROEF)". Com dispêndios totais de US$ 1,3 bilhão desde sua implantação, as ações do PROEF já contabilizam ganhos de US$ 1,5 bilhão em valor presente líquido (VPL).


Refino

No Refino, a despeito da redução da carga processada no 3T13 em relação ao 2T13, em função de paradas programadas para manutenção nas refinarias REDUC, REGAP e REVAP, houve aumento na produção de diesel (+1,1%) e de gasolina (+2,1%) no mesmo período. A produção de derivados totalizou 2 milhões 131 mil barris/dia na média dos nove meses, 7% superior ao mesmo período de 2012, com recorde mensal de processamento em julho.

Entretanto, o consumo recorde de diesel no Brasil, superando 1 milhão de barris por dia (pico de 1,169 milhão bpd em 30/ago), levou ao aumento das importações, em período de forte depreciação do Real (pico de R$ 2,45/US$ em 22/ago) e de aumento do preço do petróleo (pico de US$ 118,11/bbl em 28/ago), ampliando a defasagem dos preços domésticos em relação à paridade internacional.

Foster comenta que, mesmo com os 4 reajustes de preço de diesel e 2 de gasolina nos últimos 16 meses, totalizando 21,9% e 14,9% de aumento, respectivamente, a forte depreciação do Real verificada desde maio de 2013, chegando a 22% de desvalorização, fez com que a defasagem voltasse a crescer nos últimos meses.


Programas

Com o Programa de Desinvestimento (Prodesin), a companhia totalizou US$ 4,8 bilhões no acumulado do ano.

Já o Programa de Otimização de Custos Operacionais (Procop) alcançou economia de R$ 4,8 bilhões até setembro, superando, assim, a meta de R$ 3,9 bilhões em 2013.



Fonte: Revista TN Petróleo, redação com assessoria
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