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Petróleo Internacional

Petrobras e Exxon podem parar unidades no Japão com nova regra

06/07/2010 | 12h06

A Petrobras e a unidade japonesa da Exxon deverão gastar bilhões de dólares para reformar suas instalações no Japão ou desativá-las por causa das novas regras do país, impostas para tentar aumentar o refino de óleo pesado, disseram analistas.

O regulamento exige que as refinarias aumentem a proporção de gasolina e óleo combustível produzida a partir de resíduos, que são mais baratos do que os óleos leves, disse ontem o ministro do Comércio, Masayuki Naoshima.

A mudança pode obrigar as produtoras de combustível a reduzir a capacidade em 800.000 barris diários, ou 17%, ao decidirem cortar as refinarias antigas ao invés de promover reformas caras, disse Hidetoshi Shioda, analista sênior de energia na Mizuho Securities.

As regras têm o objetivo de obrigar as refinarias japonesas a modernizar as instalações ou cortar a capacidade, num mercado com excesso de oferta, para que elas possam competir com as rivais asiáticas, disse o Ministério do Comércio japonês.

Cerca de 10% da capacidade do país é dedicada ao processamento de óleo pesado, comparada com 36% na China e 19% na média asiática, disse o ministério em abril.

A unidade da Exxon, a unidade da Cosmo Oil e a Petrobras tendem a ser as maiores perdedoras porque têm as menores taxas de capacidade de refino de resíduos para destilação, disse Osamu Fujisawa, economista do setor de petróleo na consultoria FE Associates.

Kosuke Kai, porta-voz da ExxonMobil Yugen Kaisha, que detém 50% da unidade da Exxon, disse que a companhia está reavaliando as novas regras e se negou a fazer comentários.

Nelson Toyomura, porta-voz da Nansei Sekiyu, unidade da Petrobras, disse que a empresa ainda não determinou o que vai fazer com os 100.000 barris diários de capacidade na planta da ilha de Okinawa.

Empresas com taxa de refino de resíduo menor do que 10% deverão aumentá-la para 45% até março de 2014, segundo as novas regras.

 

 

 

Por Shigeru Sato e Yuji Okada/Bloomberg News



Fonte: Brasil Econômico
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