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Gás natural

Petrobras descarta racionamento

30/08/2005 | 00h00

Presidente da estatal garante que previsão da empresa é elevar oferta de gás para distribuidoras em 11%.

 Depois de assustar o mercado com a informação de que a Petrobras vai privilegiar as térmicas em detrimento das distribuidoras no fornecimento de gás natural, o presidente da companhia, José Sérgio Gabrielli, ressaltou que a previsão da companhia também prevê crescimento de 11% no mercado das distribuidoras.
- Nossas estimativas para o mercado não-térmico é de um aumento da demanda para 39,1 milhões de metros cúbicos diários, em 2010, somente para as indústrias e mais 13,8 milhões para outros segmentos - disse, em evento na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). A perspectiva de falta de gás deixou em alerta os empresários paulistas, mais dependentes do insumo boliviano.
De acordo com ele, os volumes são suficientes para respeitar todos os contratos.
- E ainda há margem para algum crescimento. Não podemos aumentar a produção para qualquer demanda. Nossas projeções são de 11% para o mercado não-térmico, o que deve ser compatível com a realidade - completou o diretor de gás e energia, Ildo Sauer.
De fato, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), em julho deste ano o crescimento do mercado de gás natural foi de 10,7%, totalizando 41 milhões de metros cúbicos por dia, mesmo patamar registrado no acumulado dos sete primeiros meses do ano.
No entanto, a expectativa da entidade é de que até o final deste ano o consumo seja 25% superior em relação ao registrado no ano passado.
- Deverá ser acima do aumento verificado em 2004, quando o mercado cresceu 20% - disse o presidente da Abegás, Romero de Oliveira.
No dia em que o barril de petróleo passou da barreira dos US$ 70, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, voltou a afirmar que a estatal não reajustará os preços dos combustíveis enquanto houver volatilidade lá fora.
- A Petrobras não pode transferir para o mercado brasileiro a volatilidade internacional. Acompanhamos o comportamento do mercado e quando identificamos um novo patamar, reajustamos nossos preços para cima ou para baixo - disse.



Fonte: Jornal do Brasil
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