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Ciência e Tecnologia

Pequenas empresas estão entre as que mais procuram recursos de apoio à inovação, diz ministro

19/08/2010 | 15h16
A procura por recursos para aplicação na área de inovação tem partido mais de pequenas empresas, afirmou hoje (19) o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, que participou do programa de rádio Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em parceria com a EBC Serviços.


“O maior número de projetos aprovados vem de pequenas empresas inovadoras, como na área de software e em biotecnologia”, disse Rezende, se referindo às verbas de subvenção econômica, disponibilizadas pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).


A subvenção econômica da Finep é um mecanismo de oferta de recursos não reembolsáveis para apoiar a inovação nas empresas. O edital nacional de 2010 foi lançado no valor de R$ 500 milhões. O objetivo é financiar projetos em seis áreas: tecnologias da informação e comunicação, energia, biotecnologia, saúde, defesa e desenvolvimento social. Na área de energia, por exemplo, podem ser apresentadas propostas para a criação do carro elétrico.


Empresas de qualquer porte podem se candidatar. Entretanto, 40% dos recursos devem ser destinados a pequenas e microempresas. O valor mínimo por projeto é de R$ 500 mil e o teto, R$ 10 milhões. As instituições interessadas têm até o dia 7 de outubro para preencher o formulário, que estará disponível no site da Finep a partir do dia 31 de agosto.


De acordo com balanço do ministério, desde 2006, a Finep já aplicou mais de R$ 1,7 bilhão em subvenção econômica, atendendo 2,6 mil empresas.


Apesar de destacar a procura das empresas pelo financiamento, o ministro Sergio Rezende apontou o crescimento da inovação no setor privado como o desafio na área de ciência e tecnologia para os próximos anos. Para o ministro, a cultura entre o empresariado brasileiro de investir em produção tecnológica ainda é tímida, porque, durante anos, as políticas de ciência e tecnologia e a industrial não eram aliadas e não existiam mecanismos de estímulo.


“Essa [inovação] é a chave para as empresas brasileiras se tornarem competitivas, ganharem mercado e se internacionalizarem. Elas estão avançando nesse setor, mas é preciso mais”, afirmou.


Durante o programa, o ministro falou ainda da inauguração, prevista para este ano, de um centro nacional de pesquisas do Pantanal, com sede em Cuiabá (MT).


Fonte: Agência Brasil
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