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Petrobras

Pedro Parente quer mudança em regime de partilha

02/06/2016 | 17h07
Pedro Parente quer mudança em regime de partilha
Stéferson Faria/Agência Petrobras Stéferson Faria/Agência Petrobras

Equacionar endividamento e acelerar produção do pré-sal são prioridades do novo presidente da Petrobras, que defendeu o fim da obrigatoriedade de a estatal participar em todos os empreendimentos nessa nova fronteira. Este foram os principais pontos destacados pelo novo executivo da estatal, na solenidade de posse realizada hoje (2) na sede da Petrobras, no Rio.

Ele fez questão de anunciar informação repassada pela diretora de Exploração e Produção, Solange Guedes, de que no dia 8 de maio a petroleira atingiu um milhão de barris de óleo no pré-sal. “Esse volume corresponde à produção total (óleo e gás) da Petrobras em 1998”, lembrou.

Reiterando a importância de acelerar a exploração e produção ‘dessa riqueza’, ele defendeu a mudança no marco regulatório, que estabeleceu o regime de partilha, no qual a Petrobras é obrigada a participar em 30% de todos os empreendimentos no pré-sal. “Além de impactar a companhia, essa obrigatoriedade vai impedir o desenvolvimento mais rápido dessa fronteira”, afirmou. Segundo ele, ter a preferência é que é mais importante para que a companhia possa escolher quais ativos interessam, do ponto de vista de sua estratégia.

Inquirido pela imprensa, Parente afirmou que não poderia antecipar qualquer medida em relação ao plano de desinvestimento da Petrobras, que inclui a venda de ativos. Lembrando que ainda não teve tempo de analisar e debater mais detalhadamente essa questão, ponderou que a venda de ativos é uma das formas para a empresa sanear as finanças.

“Vamos trabalhar para identificar os ativos que podem ser objetos de desinvestimentos, desde que não prejudiquem a empresa do ponto de vista da sua estratégia”, afirmou. Segundo ele, essa questão, não passa necessariamente pela venda integral de um determinado ativo. “Devemos atentar para a importância dos parceiros. Acredito que é possível repetir as parcerias estratégicas e bem-sucedidas que temo nos upstream”.

Ele confirmou a manutenção da atual diretoria, elogiando os quadros atuais assim como a gestão de seu antecessor, e anunciou que nos próximos 120 dias todos irão trabalhar na revisão da estratégia da empresa, incluindo o plano de negócios da estatal.

Participaram da posse do novo presidente o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, o governador do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, a presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos Marques, entre outras autoridades. O evento foi aberto pelo presidente do Conselho de administração da Petrobras, Nelson Carvalho, que acompanhou Parente também na entrevista coletiva, após a solenidade formal.



Fonte: Redação/Beatriz Cardoso
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