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Petrobras

Paradas temporárias não interferem no recorde de produção da Petrobras

01/04/2014 | 10h30

 

A Petrobras anunciou que no mês de fevereiro teve início o processo de desmobilização do FPSO Brasil, no campo de Roncador, cuja produção foi finalizada na segunda-feira (31). Os poços serão sucessivamente remanejados para outras plataformas (P-52 e P-54) que operam no mesmo campo - o que deverá ocorrer até o quarto trimestre de 2014.
Também na Bacia de Campos permaneceu interrompida a produção na plataforma P-20, no campo de Marlim, para efetuar reparos nos danos causados pelo incêndio no sistema de produtos químicos da plataforma. Segundo a companhia, essa interrupção na produção fez a empresa deixar de produzir cerca de 22 mil bopd.
A previsão de retorno é nos próximos dias, após recebimento de todos os laudos e autorizações para reabertura da produção, o que já foi obtido junto à entidade classificadora DNV (Det Norske Veritas) e à Marinha.
A Petrobras esclarece que o crescimento da produção reportado em fevereiro - de 2 milhões 327 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) - foi possível mesmo com essas perdas temporárias, além de paradas de produção para manutenção das plataformas PCE-1, no campo de Enchova, e FPSO Cidade de Anchieta, no campo de Baleia Azul, ambos na Bacia de Campos.

O crescimento da produção da Petrobras no Brasil, reportado em fevereiro - de 2 milhões 327 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) -, foi possível mesmo com as paradas temporárias para manutenção de plataformas. A companhia anunciou que no mês de fevereiro teve início o processo de desmobilização do FPSO Brasil, no campo de Roncador, cuja produção foi finalizada na segunda-feira (31). Os poços serão sucessivamente remanejados para outras plataformas (P-52 e P-54) que operam no mesmo campo - o que deverá ocorrer até o quarto trimestre de 2014.

Também na Bacia de Campos permaneceu interrompida a produção na plataforma P-20, no campo de Marlim, para efetuar reparos nos danos causados pelo incêndio no sistema de produtos químicos da plataforma. Segundo a companhia, essa interrupção na produção fez a empresa deixar de produzir cerca de 22 mil bopd.

A previsão de retorno é nos próximos dias, após recebimento de todos os laudos e autorizações para reabertura da produção, o que já foi obtido junto à entidade classificadora DNV (Det Norske Veritas) e à Marinha.

Também entraram em manutenção as plataformas PCE-1, no campo de Enchova, e FPSO Cidade de Anchieta, no campo de Baleia Azul, ambos na Bacia de Campos.



Fonte: Agência Petrobras
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