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Energia elétrica distribuída

Para novo presidente da EPE Luiz Augusto Barroso, geração distribuída crescerá no Brasil nos próximos anos

05/08/2016 | 10h20

O novo presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Luiz Augusto Barroso, afirmou que trará mais dinamismo e notoriedade a esse setor. "Queremos que a EPE faça mais do que somente o planejamento, mas que passe a contribuir para tirar as boas ideias do papel e fazer, de fato, com que o setor elétrico cresça e se desenvolva da maneira que o Brasil precisa", afirmou Barroso.

O executivo esteve presente em evento da Associação da Indústria de Cogeração de Energia (Cogen) na manhã desta quarta-feira (04), em São Paulo. Durante o evento, que contou com líderes de algumas das maiores empresas do setor, Luiz Augusto debateu o avanço da geração distribuída no país e disse que a EPE está elaborando uma série de estudos sobre o tema - em especial sobre o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD).

"Quando pensamos no que queremos do setor elétrico para o século XXI, a cogeração entra como uma das principais tecnologias para cobrir lacunas. Vamos trabalhar para desenvolver esse setor ainda mais nos próximos anos", sublinhou Barroso.

Barroso disse ainda que o setor energético vive um novo momento e deverá ter avanços significativos para que mercado e população possam contar cada vez mais com o que há de melhor no Brasil. "O setor energético vive um momento ímpar, com integração forte entre os mais importantes agentes (Ministério, Aneel, EPE, CCCE, dentre outros). Com isso, etapas serão queimadas e veremos o aumento da capacidade de produção de todos os agentes envolvidos", completou o presidente da EPE.

Segundo o presidente da Cogen, Newton Duarte, é necessário que o setor olhe cada vez mais para o papel da Geração Distribuída, em especial nos grandes centros metropolitanos. Para ele, há um desequilíbrio entre a oferta e a demanda de energia, o que já levou até mesmo à já defendida campanha de uso mais racional de energia por parte do governo.

"Para mudar esse quadro, são necessárias algumas medidas, como o uso de grandes térmicas a gás natural, fomentar a cogeração fazendo uso extenso das competências regionais, como a cana de açúcar nas usinas de açúcar e álcool no centro sul e do gás natural nos grandes centros metropolitanos e promover a micro e mini geração solar, com ­­­forte fomento ao empreendedorismo privado", ressaltou Duarte.

Segundo dados da Cogens, houve um crescimento superior a 100% no número de micro e minigeradores de energia até julho de 2016. Dentre os benefícios dessa prática para os consumidores, vale citar a promoção da diversidade em um mercado de energia competitivo, a menor volatilidade nos preços de energia, além da redução da emissão de carbono com a utilização de fontes renováveis.

 



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