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Senado Federal

Papel do parlamento é construir uma convergência em torno do interesse nacional, diz Renan

10/03/2016 | 16h21
Papel do parlamento é construir uma convergência em torno do interesse nacional, diz Renan
Jane de Araújo/Agência Senado Jane de Araújo/Agência Senado

Nesta quinta-feira (10), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu que é preciso haver uma conversa constante entre os partidos políticos para se encontrar saídas para crise do país e voltou a pedir “bom senso, equilíbrio e serenidade” para preservar o interesse nacional.

Ontem, Renan reuniu senadores da base aliada e o presidente Lula num café da manhã, à tarde, se encontrou com a presidente da República, Dilma Rousseff, e, à noite, jantou com a cúpula do PSDB.

“Eu acho que mais do que nunca é hora de construir uma convergência em torno do interesse nacional. Esse é o maior papel que cabe ao Legislativo” argumentou o presidente do Senado que pretende continuar com as conversas partidárias.

“Não foi a primeira vez e, com certeza, não será a última vez [sobre a conversa com o PSDB]. Nós temos conversado e vamos continuar conversando. Acho que, se há uma exigência com relação ao que o Parlamento deve fazer, é a exigência de que nós deveremos conversar para encontrar saídas”, ponderou Renan.

Questionado sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) ter impedido o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, de assumir a pasta, o presidente do Senado foi taxativo ao dizer que “essa é uma decisão que cabe à presidente. No presidencialismo, cabe à presidente nomear os ministros, nós não fomos ouvidos e não era o caso em relação a isso”.

Com relação a possibilidade do PMDB decidir deixar o apoio ao governo na Convenção do partido marcada para sábado em Brasília, Renan disse que, como presidente do Congresso Nacional, o melhor caminho é a isenção.

“Eu não sou governo. Eu entendi, desde o início, que a posição adequada para o presidente do Congresso Nacional é a isenção. Com a isenção, você pode ajudar mais a democracia e eu não participarei do governo enquanto estiver na presidência do Senado Federal”, afirmou Renan.

Ainda assim o presidente do Senado, recomendou que o partido haja com “responsabilidade nessa hora para não aumentar a crise”.

“O PMDB tem que ser a saída para a crise, o poder moderador, o pilar da sustentação da democracia. O PMDB deve fazer a sua Convenção, mas assim com muita responsabilidade porque qualquer sinalização que houver com relação ao posicionamento do PMDB isso pode diminuir ou aumentar a crise”, concluiu Renan.

 



Fonte: Agência Senado/Redação
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