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EUA e Canadá

País já produz mais petróleo do que importa

14/11/2013 | 09h19

 

A produção de petróleo nos Estados Unidos em outubro superou as importações. É a primeira vez desde fevereiro de 1995 que isso acontece, de acordo com a Agência de Informações Energéticas (EIA, na sigla em inglês), unidade de estatísticas do Departamento de energia do governo americano.
A produção no mês passado teve uma média diária de 7,74 milhões de barris. Já as importações ficaram em 7,57 milhões de barris/dia (contra 7,92 milhões em setembro), segundo o "Panorama de Curto Prazo da Energia", relatório mensal da EIA.
Parte da alta na produção deveu-se à perfuração horizontal e à fratura hidráulica ("fracking"), que permitiram a exploração de reservas de xisto na Dakota do Norte, no Texas e em outros Estados. "É algo que estávamos prevendo desde o início do ano", disse Tancred Lidderdale, economista da EIA que participou da preparação do relatório. "A produção de petróleo a partir de óleo de xisto vem aumentando gradualmente ao longo dos últimos anos, e deve continuar a crescer."
Para o ano que vem, a agência calcula que a produção subirá para 8,49 milhões de barris/dia, enquanto a importação terá uma queda para 6,54 milhões.
Na terça-feira, A Agência Internacional de Energia (IEA) previu que os Estados Unidos passarão a Rússia e a Arábia Saudita em 2015 e se tornarão os maiores produtores mundiais de petróleo. A IEA espera que os EUA mantenham essa vantagem competitiva sobre Ásia e Europa pelo menos até 2035.

A produção de petróleo nos Estados Unidos em outubro superou as importações. É a primeira vez desde fevereiro de 1995 que isso acontece, de acordo com a Agência de Informações Energéticas (EIA, na sigla em inglês), unidade de estatísticas do Departamento de energia do governo americano.

A produção no mês passado teve uma média diária de 7,74 milhões de barris. Já as importações ficaram em 7,57 milhões de barris/dia (contra 7,92 milhões em setembro), segundo o "Panorama de Curto Prazo da Energia", relatório mensal da EIA.

Parte da alta na produção deveu-se à perfuração horizontal e à fratura hidráulica ("fracking"), que permitiram a exploração de reservas de xisto na Dakota do Norte, no Texas e em outros Estados. "É algo que estávamos prevendo desde o início do ano", disse Tancred Lidderdale, economista da EIA que participou da preparação do relatório. "A produção de petróleo a partir de óleo de xisto vem aumentando gradualmente ao longo dos últimos anos, e deve continuar a crescer."

Para o ano que vem, a agência calcula que a produção subirá para 8,49 milhões de barris/dia, enquanto a importação terá uma queda para 6,54 milhões.

Na terça-feira, A Agência Internacional de Energia (IEA) previu que os Estados Unidos passarão a Rússia e a Arábia Saudita em 2015 e se tornarão os maiores produtores mundiais de petróleo. A IEA espera que os EUA mantenham essa vantagem competitiva sobre Ásia e Europa pelo menos até 2035.



Fonte: Valor Econômico
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