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Pré-Sal

P-58 deixa porto do Rio Grande e segue para o ES

04/12/2013 | 17h29
P-58 deixa porto do Rio Grande e segue para o ES
Agência Petrobras Agência Petrobras

 

P-58 deixa o porto de Rio Grande hoje
Plataforma segue rumo ao Espírito Santo.
A plataforma P-58 deixou o porto de Rio Grande, no sul do Estado do Rio Grande so Sul, na manhã desta quarta-feira. A operação começou por volta das 4h e a plataforma desatracou do cais às 6h30. Agora, a P-58 segue em direção ao Campo da Baleia Azul, a 78 quilômetros da costa do Espírito Santo. O tempo de deslocamento deve ficar entre 15 e 20 dias.
A operação estava marcada para segunda-feira, mas foi cancelada por problemas no equipamento de ajuste de profundidade, responsável pelo equilibro da estrutura. A plataforma, que tem 330 metros de comprimento, 63 metros de altura e 56 metros de largura, não possui motor, por isso é puxada por rebocadores oceânicos.
A plataforma é a quarta a ser concluída em Rio Grande. As anteriores, pela ordem, foram P-53, P-63 e P-55. A embarcação é do tipo FPSO (sigla em inglês para plataforma flutuante que produz, processa, armazena e escoa petróleo). Esse modelo também é chamado de navio-plataforma, porque é montado sobre um casco, diferente do equipamento anterior, que era um quadrado montado sobre quatro grandes pilares. A previsão é que gere em média 180 mil barris de petróleo e seis milhões de metros cúbicos de gás por dia.

A plataforma P-58 deixou o porto do Rio Grande, no sul do Estado do Rio Grande do Sul, na manhã desta quarta-feira. A operação começou por volta das 4h e a plataforma desatracou do cais às 6h30. Agora, a P-58 segue em direção ao Campo da Baleia Azul, a 78 quilômetros da costa do Espírito Santo. O tempo de deslocamento deve ficar entre 15 e 20 dias.

A operação estava marcada para segunda-feira, mas foi cancelada por problemas no equipamento de ajuste de profundidade, responsável pelo equilibro da estrutura. A plataforma, que tem 330 metros de comprimento, 63 metros de altura e 56 metros de largura, não possui motor, por isso é puxada por rebocadores oceânicos.

A plataforma é a quarta a ser concluída em Rio Grande. As anteriores, pela ordem, foram P-53, P-63 e P-55. A embarcação é do tipo FPSO (sigla em inglês para plataforma flutuante que produz, processa, armazena e escoa petróleo). Esse modelo também é chamado de navio-plataforma, porque é montado sobre um casco, diferente do equipamento anterior, que era um quadrado montado sobre quatro grandes pilares. A previsão é que gere em média 180 mil barris de petróleo e seis milhões de metros cúbicos de gás por dia.

 



Fonte: Redação TN
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