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Negócios

Novo sócio aporta R$ 300 milhões na ERSA

13/10/2009 | 11h26
O Fundo Brasil Energia é o mais novo sócio da ERSA, uma das maiores empresas brasileiras no segmento de geração de energia elétrica de fontes renováveis. O Fundo Brasil Energia subscreverá novas ações emitidas pela ERSA, injetando R$300 milhões na companhia. Gerido pelo BTG Pactual, o Fundo Brasil Energia é constituído por recursos dos fundos de pensão Petros, Funcef, Fapes, Real Grandeza, Infraprev, Banesprev, além do BNDESPar, do BB-BI, e do próprio BTG Pactual.

 

Com esse aumento de capital a ERSA passará a ter a seguinte composição acionária: Eton Park (28%), Pátria Investimentos (24%), Fundo Brasil Energia (23%), GMR (10%), DEG - banco de desenvolvimento integrante do grupo financeiro alemão KfW (8%), e BBI FIP - administrado pelo Banco Bradesco de Investimento (7%).

 

O aumento de capital permitirá acelerar o plano de investimentos da ERSA, que se dedica exclusivamente ao desenvolvimento, construção e operação de unidades de geração elétrica de fontes renováveis por meio principalmente de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e parques eólicos. “O novo aumento de capital será direcionado para a expansão da companhia. Nossa meta é atingir uma capacidade de geração superior a 1.000 megawatts nos próximos cinco a sete anos”, afirma Otavio Castello Branco, presidente do Conselho de Administração da companhia. “Julgamos que a ERSA é a melhor e a mais bem estruturada companhia brasileira de geração de energia a partir de fontes renováveis. Esse investimento é consistente com a nossa estratégia e com a de nossos quotistas ao conciliar a geração de caixa estável – característica deste tipo de atividade – com adequados níveis de rentabilidade”, afirma Oderval Duarte, gestor do Fundo Brasil Energia.

 

A ERSA tem atualmente três PCHs em operação – Plano Alto e Alto Irani, em Santa Catarina, e Cocais Grande, em Minas Gerais – e oito em construção, as quais entrarão em operação no decorrer de 2010. Possui ainda mais de 1.000 MW em projetos em seus mais diversos estágios de desenvolvimento, desde fase de inventário até preparação para construção. Com o aumento de capital, a empresa pretende iniciar, já no próximo ano, as obras de um novo conjunto de PCHs nos Estados de Minas Gerais e Santa Catarina, e também dos projetos eólicos Macacos e Gameleira, localizados no Rio Grande do Norte, os quais estão sendo habilitados para o leilão federal marcado para novembro próximo.

 


Fonte: Redação
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