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Negócios

Mendes Júnior fecha acordo com OSX para construir plataformas

04/09/2012 | 12h46

 

A construtora mineira Mendes Júnior fez em agosto sua estreia em projeto do pré-sal. Em parceria com a OSX, a empresa assinou um contrato para construir e montar duas plataformas para extração de petróleo em alto mar para um consórcio integrado pela Petrobras. O trabalho de engenharia já começou. O negócio é o primeiro passo de um plano da construtora de passar a disputar contratos relacionados à exploração da camada pré-sal.
A empresa, que nos últimos anos vem trabalhando em projetos de refinarias e oleodutos, está em busca de um terreno para construção de um estaleiro. Ali, passaria a construir plataformas para atender principalmente à demanda da Petrobras.
Segundo Sérgio Cunha Mendes, vice-presidente de Mercado da Mendes Júnior, a meta é definir o local do futuro estaleiro até 2013. "Estamos conversando com alguns governos. Nosso foco são os estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. E estamos também conversando com outras empresas para entrarmos nos projetos da Petrobras no pré-sal", disse ele em entrevista ao "Valor".
A empresa precisa de uma área entre 350 mil metros quadrados e 400 mil metros quadrados. "A previsão de investimento é de R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão. O estaleiro seria para atender mais à Petrobras, mas também a outros clientes que demandem plataformas em cascos de navios".
Embora sua imagem seja associada muitas vezes a grandes obras de engenharia, como a rodovia Anhanguera, em São Paulo; a ponte Rio-Niterói; a hidrelétrica de Itaipu; metrôs em São Paulo e Rio, entre outros projetos; a Mendes Júnior tem o setor de petróleo e gás como seu principal negócio no momento.
Em 2010, 61% de sua receita operacional já vinha de negócios relacionados a petróleo. No ano passado o peso do setor saltou para 70%. A receita líquida da empresa em 2011 foi de R$ 1,25 bilhão - uma queda em relação aos R$ 1,44 bilhão de 2010. A previsão para este ano é de crescimento. A empresa não divulga suas projeções para 2012.
Os contratos no setor de petróleo e gás passaram a ser mais relevantes para o faturamento da construtora a partir de 2000. Desde então, dedicou mais tempo e recursos a projetos de expansão de refinarias e construção de dutos. Com um estaleiro próprio, a empresa de Minas Gerais pretende usar sua experiência nessa área para fornecer às petroleiras navios-plataformas para a produção de petróleo e gás no alto mar, sobretudo nos projetos em curso do pré-sal.
Cunha Mendes diz que o grosso do faturamento da empresa vem hoje de obras em refinarias, mas prevê uma mudança nessa conta. "Hoje estamos partindo do zero em relação aos projetos offshore e esse setor terá uma representatividade grande no nosso negócio", diz o executivo. Quando e quanto vai depender do ritmo que a Petrobras, sobretudo, imprimirá ao seu plano de investimentos, diz ele.
Pelo contrato firmado há algumas semanas em parceria com a OSX, a Mendes Júnior vai construir parte dos módulos e montar duas unidades flutuantes de armazenamento e transferência (FPSO, na sigla em inglês), que são plataformas de petróleo instaladas em navios batizadas de P-67 e P-70. Os projetos, de US$ 900 milhões, foram encomendados por um consórcio formado pela Petrobas, BG Group e Petrogal Brasil e devem ficar prontos em 60 meses.

A construtora mineira Mendes Júnior fez em agosto sua estreia em projeto do pré-sal. Em parceria com a OSX, a empresa assinou um contrato para construir e montar duas plataformas para extração de petróleo em alto mar para um consórcio integrado pela Petrobras. O trabalho de engenharia já começou. O negócio é o primeiro passo de um plano da construtora de passar a disputar contratos relacionados à exploração da camada pré-sal.


A empresa, que nos últimos anos vem trabalhando em projetos de refinarias e oleodutos, está em busca de um terreno para construção de um estaleiro. Ali, passaria a construir plataformas para atender principalmente à demanda da Petrobras.


Segundo Sérgio Cunha Mendes, vice-presidente de Mercado da Mendes Júnior, a meta é definir o local do futuro estaleiro até 2013. "Estamos conversando com alguns governos. Nosso foco são os estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. E estamos também conversando com outras empresas para entrarmos nos projetos da Petrobras no pré-sal", disse ele em entrevista ao "Valor".


A empresa precisa de uma área entre 350 mil metros quadrados e 400 mil metros quadrados. "A previsão de investimento é de R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão. O estaleiro seria para atender mais à Petrobras, mas também a outros clientes que demandem plataformas em cascos de navios".


Embora sua imagem seja associada muitas vezes a grandes obras de engenharia, como a rodovia Anhanguera, em São Paulo; a ponte Rio-Niterói; a hidrelétrica de Itaipu; metrôs em São Paulo e Rio, entre outros projetos; a Mendes Júnior tem o setor de petróleo e gás como seu principal negócio no momento.


Em 2010, 61% de sua receita operacional já vinha de negócios relacionados a petróleo. No ano passado o peso do setor saltou para 70%. A receita líquida da empresa em 2011 foi de R$ 1,25 bilhão - uma queda em relação aos R$ 1,44 bilhão de 2010. A previsão para este ano é de crescimento. A empresa não divulga suas projeções para 2012.


Os contratos no setor de petróleo e gás passaram a ser mais relevantes para o faturamento da construtora a partir de 2000. Desde então, dedicou mais tempo e recursos a projetos de expansão de refinarias e construção de dutos. Com um estaleiro próprio, a empresa de Minas Gerais pretende usar sua experiência nessa área para fornecer às petroleiras navios-plataformas para a produção de petróleo e gás no alto mar, sobretudo nos projetos em curso do pré-sal.


Cunha Mendes diz que o grosso do faturamento da empresa vem hoje de obras em refinarias, mas prevê uma mudança nessa conta. "Hoje estamos partindo do zero em relação aos projetos offshore e esse setor terá uma representatividade grande no nosso negócio", diz o executivo. Quando e quanto vai depender do ritmo que a Petrobras, sobretudo, imprimirá ao seu plano de investimentos, diz ele.


Pelo contrato firmado há algumas semanas em parceria com a OSX, a Mendes Júnior vai construir parte dos módulos e montar duas unidades flutuantes de armazenamento e transferência (FPSO, na sigla em inglês), que são plataformas de petróleo instaladas em navios batizadas de P-67 e P-70. Os projetos, de US$ 900 milhões, foram encomendados por um consórcio formado pela Petrobas, BG Group e Petrogal Brasil e devem ficar prontos em 60 meses.

 



Fonte: Valor Econômico
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