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Reajuste

Mantega: Todo ano há aumento de gasolina; não posso dizer quando

04/09/2014 | 10h42

 

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a afirmar nesta quarta-feira que todo ano há reajuste de gasolina e que não seria diferente neste ano eleitoral, dando a entender que poderá haver aumento dos combustíveis até dezembro.
"Todo ano há reajuste da gasolina", afirmou o ministro em entrevista à GloboNews.
O ministro reiterou que não há data nem magnitude para o ajuste do combustível pela Petrobras, mas disse que nos últimos anos sempre aconteceram um ou dois reajustes de preço pela estatal.
"Nos últimos quatro anos houve aumento da gasolina. Não haverá diferença, mesmo sendo ano eleitoral", disse o ministro.
Superávit
O ministro disse ainda que o governo brasileiro faz “superávit primário há anos” e continuará fazendo mesmo em 2014, classificado como um ano de situação mais difícil pelo ministro.
“Este ano temos situação mais difícil, mas faremos primário, sempre com alguma poupança”, disse Mantega, que evitou se comprometer com uma meta de superávit primário de 1,9%.
De acordo com o ministro, as principais despesas do governo federal estão sob controle. “A receita é maior que o gasto; isso é superávit primário e continuamos fazendo. Os principais gastos do governo estão sob controle”, afirmou Mantega.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a afirmar nesta quarta-feira (3) que todo ano há reajuste de gasolina e que não seria diferente neste ano eleitoral, dando a entender que poderá haver aumento dos combustíveis até dezembro.

"Todo ano há reajuste da gasolina", afirmou o ministro em entrevista à GloboNews.

O ministro reiterou que não há data nem magnitude para o ajuste do combustível pela Petrobras, mas disse que nos últimos anos sempre aconteceram um ou dois reajustes de preço pela estatal.

"Nos últimos quatro anos houve aumento da gasolina. Não haverá diferença, mesmo sendo ano eleitoral", disse o ministro.

Superávit

O ministro disse ainda que o governo brasileiro faz “superávit primário há anos” e continuará fazendo mesmo em 2014, classificado como um ano de situação mais difícil pelo ministro.

“Este ano temos situação mais difícil, mas faremos primário, sempre com alguma poupança”, disse Mantega, que evitou se comprometer com uma meta de superávit primário de 1,9%.

De acordo com o ministro, as principais despesas do governo federal estão sob controle. “A receita é maior que o gasto; isso é superávit primário e continuamos fazendo. Os principais gastos do governo estão sob controle”, afirmou Mantega.



Fonte: Valor Online
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