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Energia

Linhares: termelétrica começa a operar em 1º de janeiro de 2011

29/10/2010 | 09h34
A Usina Termelétrica de Linhares será inaugurada em dezembro e estará pronta para entrar em operação a partir de 1º de janeiro. A data de inauguração está dependendo da emissão da Licença de Operação (LO). A planta será a primeira usina termelétrica do Espírito Santo a gerar energia elétrica, tendo o gás natural como combustível.
 

A usina terá capacidade para gerar 204 megawatts (MW), energia suficiente para atender uma cidade com 600 mil habitantes (ou as cidades de Colatina, Linhares e Serra), segundo o diretor da Diferencial Energia, empresa responsável pela implantação da nova termelétrica.
 

Embora apta a operar a partir de 2011, a UTE só funcionará se tiver solicitação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que tem a responsabilidade da coordenação e controle da operação da geração e transmissão de energia elétrica no sistema interligado nacional.
 
 
Quando estiver em operação, o consumo da UTE será de 1,1 milhão de metros cúbicos de gás por dia. Para se ter uma ideia da quantidade de gás que será consumida pela usina, basta lembrar que a capacidade de transporte do gasoduto Lagoa Parda, que abasteceu a Grande Vitória até 2007, era de 1,3 milhão de metros cúbicos por dia.
 

O gás será fornecido pela Unidade de Tratamento de Gás (UTG) de Cacimbas. A termelétrica foi construída em área próxima à UTG, em Linhares. Mesmo com disponibilidade de gás, a usina só poderá operar se for demandada pelo ONS.
 

Isso porque a empresa que construiu a usina, a Diferencial Energia, venceu o leilão de energia nova, realizado em setembro de 2008, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O leilão, lembra a diretora geral da Agência de Serviços Públicos de Energia do Estado do Espírito Santo (Aspe), Maria Paula Martins, foi realizado para construção de usinas que vão operar em caso de necessidade.
 

O ONS faz o gerenciamento da energia gerada no país e também o balanço da energia disponível. Para saber se há necessidade de acionar uma usina termelétrica, o ONS avalia o nível de água nos reservatórios das hidrelétricas. Se as hidrelétricas garantirem a geração de energia para atender a demanda, não há necessidade de acionar as termelétricas. Se o nível dos reservatórios estiver baixo, aí sim, a termelétricas são acionadas.
 

O ONS determina o período de operação das termelétricas, explica Maria Paula. Ela lembra que termelétrica vai dar sustentabilidade à Região Norte do Estado, que hoje é mais vulnerável por ainda não estar interligada ao anel de segurança. Isso só acontecerá com a construção da subestação que ligará Linhares a Mascarenhas, em 2012.


Fonte: A Gazeta - ES
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