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Internacional

Itália concorda com novas sanções contra o Irã, mas impõe condição

02/01/2012 | 15h11
O primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, afirmou no dia 29 de dezembro que seu governo concorda com a imposição de novas sanções contra o Irã relacionadas ao seu suspeito programa nuclear, especialmente aquelas que tenham como alvo a receita obtida através das exportações de petróleo, mas desde que essas medidas excluam o fornecimento de petróleo para a maior companhia de energia da Itália, que faz parte do pagamento que a empresa recebe por serviços executados na república islâmica.

“Existe uma forte preocupação sobre o avanço do programa nuclear do Irã até um ponto sem retorno e a estratégia, que é aceita pela Itália, é a urgência de reforçar os instrumentos de pressão sobre o Irã”, disse Monti durante uma entrevista coletiva concedida em Roma.

A Itália importa ao redor de 13% do petróleo que necessita do Irã, acrescentou o premiê italiano. A única condição que a Itália pede para dar o seu apoio à proposta da União Europeia de impor um embargo contra o petróleo iraniano é a exclusão do contrato de fornecimento para a Eni, disse Monti. São “créditos” que a Eni tem a receber, acrescentou.

No início de dezembro, o executivo-chefe da Eni, Paolo Scaroni, disse que estava preocupado de que um possível embargo contra o petróleo iraniano fosse complicar os pagamentos que recebe na forma de petróleo do Irã. Scaroni afirmou que a Eni ainda tem a receber quase US$ 2 bilhões em embarques de petróleo da National Iranian Oil. O governo italiano possui cerca de 30% de participação na Eni.


Fonte: Valor Online
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