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Evento

Intersolar 2016: uma visão para o setor de energia fotovoltaica para os próximos cinco anos

24/08/2016 | 10h37

O primeiro dia da exposição e conferência Intersolar South America 2016, que está sendo realizada até o dia 25 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, foi palco de debates sobre temas pertinentes para o mercado de energia renovável. A abertura do evento contou com a presença do secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Eduardo Azevedo, entre outros especialistas.

Eduardo Azevedo abordou questões de política pública para o desenvolvimento do setor, como a realização de três leilões, isenção de ICMS sobre equipamentos e componentes e implantação dos do PNE (Plano Nacional de Energia) 2050 e PDE (Plano Decenal de Energia). “A energia não tem só que ser barata. Tem que ser boa para o país”, defende.

Ao todo foram 12 palestrantes que, durante o dia, levantaram discussões sobre regulamentação, mitigação de riscos, leilões, previsões globais e desafios para o desenvolvimento do setor. De acordo com Bruce Douglas, diretor de operações da SolarPower Europe, nos próximos 20 anos, a energia fotovoltaica será a principal fonte de energia. “Em 2020 representará 6% da capacidade total. Algumas regiões da Europa já chegam a dois dígitos”, diz Douglas.

Ricardo Rütter, professor da Universidade Federal de Santa Catarina e Instituto Ideal, que participou de duas mesas de discussão - uma pela manhã e outra à tarde, se diz satisfeito com os resultados deste primeiro dia de trabalho. “A Intersolar trouxe o panorama do setor de energia fotovoltaica, suscitou debates e o mais importante, mostrou o potencial deste segmento para potenciais investidores”, afirmou.

No período da tarde, Paula Scheidt Manoel, do Instituto para o Desenvolvimento das Energias Alternativas da América Latina (IDEAL) mostrou uma prévia de sua pesquisa, que será lançada em outubro e estará disponível no site www.intitutoideal.org.

Lilian Cléa Rodrigues Alves, da Bloomberg New Energy Finance apresentou uma análise do mercado para os participantes da conferência. Um dos obstáculos apontados pela analista é a moeda brasileira. “O Real não garante as mesmas vantagens cambiais que outros países possuem”. Outro ponto desfavorável é a dificuldade de obter financiamento. “Mercado apoiado por uma única fonte, caso do BNDES, tem problemas quando essa fonte seca.” A especialista levantou algumas questões importantes, entre elas se as metas de produção de células para 2020 são factíveis.

Carlos Evangelista, presidente da ABGD (Associação Brasileira de Geração Distribuída), por sua vez, prevê um crescimento fora do comum comparado com outros setores da economia. Segundo ele, o Brasil é o sexto melhor país no mundo para investir em energia solar fotovoltaica. “A área é a que mais cria empregos no mundo”, afirma.

Para Rodrigo Kendi Kimura, diretor de operações da ENGIE Solar, geração distribuída tem que ser tratada como infraestrutura. “Não é só artigo de luxo. Temos que popularizar a geração distribuída. É uma fonte legítima, econômica e não agride o meio ambiente”, conclui.

Sobre a Intersolar

Com eventos em quatro continentes, a Intersolar é a maior série mundial de feiras para o setor solar. Ela congrega profissionais e empresas do mundo inteiro no esforço de aumentar a participação da energia solar no fornecimento de energia elétrica. A Intersolar South America – o maior evento de feira e congresso voltado para o setor solar na América do Sul – é realizado no Expo Center Norte, em São Paulo.

Tanto a feira quanto o congresso abordam as áreas de energia fotovoltaica, tecnologias de produção FV, sistemas de armazenamento de energia e tecnologias termo-solares. Desde sua fundação, a Intersolar é o palco mais importante do setor para produtores, fornecedores, distribuidores, prestadores de serviço e parceiros da indústria solar global.

Em 2015, um total de 115 expositores e mais de 9.000 visitantes do setor compareceram à Intersolar South America. No congresso paralelo, 91 palestrantes e mais de 810 conferencistas discutiram temas atuais do setor e elucidaram as condições dos contextos tecnológico, comercial e político.

Com 25 anos de experiência, a Intersolar está excepcionalmente posicionada para congregar membros do setor solar provenientes dos mercados mais influentes do mundo. A Intersolar realiza feiras e congressos em Munique, São Francisco, Bombaim, Pequim, São Paulo e, começando em 2016, em Dubai. Esses eventos globais são complementados pelas Cúpulas Intersolar, realizadas em mercados emergentes do mundo inteiro.



Fonte: Redação/Assessoria
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