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Empresas

Incêndio em Cingapura afunda meta de produção da Petrobras

04/09/2012 | 17h54

 

O incêndio na casa de máquinas da FPSO Cidade de Itajaí, que estava sendo finalizada no estaleiro Jurong em Cingapura, enterrou os planos da Petrobras de aumentar entre 1% e 2% a produção de petróleo e gás em 2012.
Oficialmente, a estatal informa que ainda é preciso avaliar os danos na embarcação, que pertence à Odebrecht e será alugada pela Petrobras. Mas técnicos da área de exploração e produção da companhia que estudaram vários cenários desde quinta-feira não encontraram uma alternativa para substituir a produção agora adiada.
A tendência agora é de fechar o ano, o primeiro da gestão de Graça Foster, com a primeira queda na produção da Petrobras desde 2004 (3% menos). Será a terceira queda da produção da companhia, sendo uma em 1990, durante o governo de Fernando Collor, e duas no governo do PT. No mês passado, com a saída de produção da P-8, a produção de óleo caiu 1,12%, para 1,94 milhão de barris por dia.
A Cidade de Itajaí vai produzir petróleo nos campos Baúna e Piracaba (antigos Tiro e Sidon) em águas rasas da Bacia de Santos. A plataforma tem capacidade de processar 80 mil barris por dia de óleo e o primeiro óleo era previsto para outubro. Até o incêndio, que obrigou a tripulação a abandonar a plataforma, a chegada no Brasil estava prevista para o fim de agosto ou início de setembro e os equipamentos para ancoragem já foram inclusive lançados. Agora esse prazo deve ser alongado em seis meses, segundo uma fonte.
Outra unidade flutuante de produção (FPSO) que a Petrobras pretendia instalar antecipadamente em agosto, a Cidade de Anchieta, também não deve ser entregue antes do prazo, como a estatal pretendia. Ela vai produzir 100 mil barris por dia no campo Baleia Azul, no pré-sal da Bacia do Espírito Santo, e já está no Brasil, mas não deve ser entregue antes do prazo contratual.

O incêndio na casa de máquinas da FPSO Cidade de Itajaí, que estava sendo finalizada no estaleiro Jurong em Cingapura, enterrou os planos da Petrobras de aumentar entre 1% e 2% a produção de petróleo e gás em 2012.


Oficialmente, a estatal informa que ainda é preciso avaliar os danos na embarcação, que pertence à Odebrecht e será alugada pela Petrobras. Mas técnicos da área de exploração e produção da companhia que estudaram vários cenários desde quinta-feira não encontraram uma alternativa para substituir a produção agora adiada.


A tendência agora é de fechar o ano, o primeiro da gestão de Graça Foster, com a primeira queda na produção da Petrobras desde 2004 (3% menos). Será a terceira queda da produção da companhia, sendo uma em 1990, durante o governo de Fernando Collor, e duas no governo do PT. No mês passado, com a saída de produção da P-8, a produção de óleo caiu 1,12%, para 1,94 milhão de barris por dia.


A Cidade de Itajaí vai produzir petróleo nos campos Baúna e Piracaba (antigos Tiro e Sidon) em águas rasas da Bacia de Santos. A plataforma tem capacidade de processar 80 mil barris por dia de óleo e o primeiro óleo era previsto para outubro. Até o incêndio, que obrigou a tripulação a abandonar a plataforma, a chegada no Brasil estava prevista para o fim de agosto ou início de setembro e os equipamentos para ancoragem já foram inclusive lançados. Agora esse prazo deve ser alongado em seis meses, segundo uma fonte.


Outra unidade flutuante de produção (FPSO) que a Petrobras pretendia instalar antecipadamente em agosto, a Cidade de Anchieta, também não deve ser entregue antes do prazo, como a estatal pretendia. Ela vai produzir 100 mil barris por dia no campo Baleia Azul, no pré-sal da Bacia do Espírito Santo, e já está no Brasil, mas não deve ser entregue antes do prazo contratual.



Fonte: Valor Online
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