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Economia

Importações derrubam em 37% o saldo acumulado da balança comercial este ano

19/10/2010 | 09h07
As exportações brasileiras vêm registrando bom desempenho ao longo do ano, com US$ 154,12 bilhões em vendas e crescimento de 28,9% nos 198 dias úteis contados até a última sexta-feira (15), comparado a igual período do ano passado. Os números divulgados ontem (18) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) condizem com expectativas das autoridades brasileiras, que almejam vendas externas de US$ 180 bilhões em 2010. Acontece, porém, que as importações estão superando todas as estimativas.


Embora em menor volume, US$ 139,93 bilhões até agora, as compras externas evoluíram 44,2% no mesmo período. Essa diferença a maior nas importações em relação às exportações explica a redução de 36,9% no saldo comercial acumulado no ano, de US$ 14,18 bilhões. Enquanto isso, a corrente de comércio (entradas e saídas somadas) atingiu o recorde de US$ 294,05 bilhões, 35,8% a mais que a soma de vendas e compras em igual período de 2009.


A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) registrou, contudo, uma mudança na tendência comercial nos primeiros dez dias úteis deste mês, quando as exportações contabilizaram US$ 9,191 bilhões contra importações de US$ 7,779 bilhões (saldo de US$ 1,412 bilhão). Na comparação da média diária entre outubro deste ano e outubro de 2009, as vendas nacionais cresceram 37,1% enquanto as compras expandiram 28%.


As exportações do mês foram maiores nos três segmentos de produção, com destaque para os produtos básicos, que tiveram expansão de 66,4% no critério de média diária. A alta é explicada principalmente pelo aumento dos preços internacionais de minério de ferro, soja em grão, café em grão, fumo em folhas, milho em grão e carnes bovina, suína e de frango.


Nos semimanufaturados, o aumento foi de 20,8%, motivado principalmente pelas vendas de ouro, celulose, óleo de soja, açúcar em bruto, couros e peles. Entre os produtos manufaturados, que venderam 17,4% a mais no período, os maiores volumes exportados foram de açúcar refinado, autopeças, automóveis, bombas e compressores, polímeros plásticos, motores e geradores, aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio.


Fonte: Agência Brasil
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