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Gás

Gas Natural SP Sul aposta nas residências

25/11/2009 | 09h59
A poucos meses do novo ciclo de revisão tarifária em 2010, a concessionária de gás natural canalizado Gas Natural São Paulo Sul (SP) prepara a estratégia de expansão para os próximos anos. Se nos nove primeiros anos de concessão esteve focada em conquistar as grandes indústrias, agora a empresa da espanhola Gas Natural planeja ampliar a capilaridade da rede de distribuição e avançar sobre o mercado residencial. "O setor industrial é de poucos clientes e de grandes volumes, o que traz uma saturação mais rápida. Hoje, temos interesse crescer no residencial", diz o diretor-geral da distribuidora, Armando Laudorio.


A postura mais agressiva em relação ao segmento residencial reflete a captura de grande parte do mercado potencial do setor industrial nos 15 municípios em que a companhia está presente hoje. Das 425 indústrias instaladas nestas 15 cidades, a Gas Natural São Paulo Sul abastece 48%, que correspondem a 90% do volume de gás potencial. "A lógica do mercado é construir a rede e colocar os grandes clientes. Em um segundo momento, a distribuidora atua para encher os dutos, captando basicamente os consumidores residenciais", explica o executivo.



distribuição. Ao final de setembro de 2009, a rede de distribuição da empresa somava 1,277 mil quilômetros de extensão, o que colocava a Gas Natural São Paulo Sul como a terceira distribuidora do País nesse quesito. Laudorio conta que a expectativa da companhia é fechar 2009 com uma malha de 1,285 mil quilômetros. Para 2010, a meta é alcançar 1,337 mil quilômetros de dutos. "Para uma empresa constituída do zero (greenfield) em 2000, isso não é pouco", comenta. Com essa rede, a distribuidora do Sul do Estado de São Paulo possuía 31,597 mil clientes no período - sendo 30,506 mil consumidores residenciais -, também sendo a terceira maior nesse item.


"A expansão da rede visa a ampliação da capilaridade da malha de distribuição nos municípios em que já estamos presentes hoje", afirma Laudorio, que também é presidente da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás). A expansão da rede está calcada em investimentos de R$ 12,24 milhões, em 2009, e de R$ 13,95 milhões, em 2010. Com isso, a concessionária prevê adicionar 10 clientes industriais, 4,6 mil residenciais, quatro postos de gás natural veicular (GNV) e 103 consumidores comerciais ao seu portfólio em 2010.



consumo. Apesar do enfoque prioritário no segmento residencial, a distribuidora continuará prospectando clientes no mercado industrial. Como exemplo, Laudorio cita a possibilidade de a montadora japonesa Toyota se instalar em Sorocaba (SP), principal cidade da área de concessão da Gas Natural São Paulo Sul. "Só a Toyota ampliaria entre 10% e 20% o volume atual de consumo da companhia", revela o executivo. Ao final de setembro deste ano, as vendas de gás da empresa foram de 1,351 milhão de metro cúbico por dia (m3/d). Antes da crise econômica, o consumo na área de concessão da companhia estava um pouco superior a 1,4 milhão de m3/d.


Sobre a demanda do mercado, Laudorio explica que já há sinais de recuperação no consumo. Como prova, o executivo diz que a empresa alcançou, no dia 29 de outubro, a venda de um volume de 1,610 milhão de m3, recorde até então na história da companhia. "Isso mostra um ensaio de mudança de rota na trajetória do consumo, o que é positivo", diz. A contratação de novos volumes de gás a preços mais baixos nos leilões da Petrobras também tem estimulado a melhora do consumo industrial.


Fonte: Jornal do Commercio
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