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Economia

Etanol mais caro pressiona a inflação

02/12/2013 | 10h32
Etanol mais caro pressiona a inflação
Destilaria de etanol na unidade São José. Agência Petrobras Destilaria de etanol na unidade São José. Agência Petrobras

 

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou novembro com variação de 0,68% ante 0,67%, na terceira prévia do mês. No acumulado desde janeiro, o índice teve alta de 4,91% e, nos últimos 12 meses, 5,59%.
O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que quatro dos oito grupos pesquisados apresentaram avanços com destaque para transportes (de 0,05% para 0,11%), puxado pelo aumento de preços do etanol (de 0,39% para 0,93%)
Os demais grupos que registraram acréscimos foram: educação, leitura e recreação (de 0,38% para 0,55%); vestuário (de 0,76% para 0,87%) e despesas diversas (de 0,98% para 1,22%). Em trajetória oposta, o ritmo de correções de preços teve redução em habitação (de 0,85% para 0,82%); alimentação (de 0,95% para 0,92%); comunicação (de 0,99% para 0,91%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,50% para 0,46%).
Entre os itens que mais influenciaram o aumento do IPC-S estão a tarifa de energia elétrica residencial (de 2,61% para 2,8%); refeições em bares e restaurantes (de 0,44% para 0,63%); aluguel residencial (de 0,89% para 0,95%); passagem aérea (de 11,92% para 18,88%) e cigarros (de 1,65% para 2,34%).

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou novembro com variação de 0,68% ante 0,67%, na terceira prévia do mês. No acumulado desde janeiro, o índice teve alta de 4,91% e, nos últimos 12 meses, 5,59%.

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que quatro dos oito grupos pesquisados apresentaram avanços com destaque para transportes (de 0,05% para 0,11%), puxado pelo aumento de preços do etanol (de 0,39% para 0,93%).

Os demais grupos que registraram acréscimos foram: educação, leitura e recreação (de 0,38% para 0,55%); vestuário (de 0,76% para 0,87%) e despesas diversas (de 0,98% para 1,22%). Em trajetória oposta, o ritmo de correções de preços teve redução em habitação (de 0,85% para 0,82%); alimentação (de 0,95% para 0,92%); comunicação (de 0,99% para 0,91%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,50% para 0,46%).

Entre os itens que mais influenciaram o aumento do IPC-S estão a tarifa de energia elétrica residencial (de 2,61% para 2,8%); refeições em bares e restaurantes (de 0,44% para 0,63%); aluguel residencial (de 0,89% para 0,95%); passagem aérea (de 11,92% para 18,88%) e cigarros (de 1,65% para 2,34%).



Fonte: Agência Brasil
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