acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Petrobras

Estatal tem US$ 3,5 bi para modernizar atuais usinas

14/12/2009 | 09h51

Além dos projetos de construção de cinco unidades novas, a Petrobras tem em andamento para conclusão no próximo ano 15 obras de ampliação ou modernização nas suas dez refinarias já prontas que, segundo o diretor Paulo Roberto Costa, somam US$ 3,5 bilhões, dos quais US$ 2,9 bilhões já foram aplicados. São, principalmente, obras de aumento da produção e de melhoria da qualidade da gasolina e do óleo diesel produzidos pela estatal.

 

Entre as obras que serão concluídas este mês estão as chamadas "Carteiras de Gasolina" das refinarias de Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro; Gabriel Passos (Regap), em Betim; Araucária (Repar), no Paraná; Paulínia (Replan), em São Paulo; Presidente Bernardes (RPBC), em Cubatão; e Landulfo Alves (Rlam), na Bahia.

 

As "Carteiras de Gasolina" fazem parte de um projeto para reduzir o teor de enxofre do produto de 1.000 para 50 partes por milhão (ppm). A norma da Agência Nacional do Petróleo estabelece que a partir de 2014 a gasolina brasileira não pode ter mais de 50 ppm de enxofre.

 

Outra obra importante é a da unidade de coque, que permite aumentar a quantidade de diesel produzida com a mesma quantidade de petróleo, da refinaria de São José dos Campos (Revap), em São Paulo, e da unidade que reduz o teor de enxofre do diesel na mesma refinaria.

 

Na refinaria de Cubatão está sendo concluída uma obra destinada a receber e tratar o gás natural produzido nos campos de Merluza e de Lagosta, ambos na bacia de Santos. Costa disse que além das 15 a serem inauguradas em 2010, há outras obras no parque de refino que deverão ser concluídas a partir de 2011.

 

O petróleo marcou queda pela oitava sessão seguida em Nova York na sexta-feira, encerrando o dia com desvalorização de 0,95%, a US$ 69,87 no contrato para janeiro. A sequência negativa é a mais longa desde outubro de 2003. Na semana passada, o barril acumulou perda de 7,4%, a maior queda semanal em 11 semanas. Pela primeira vez desde o começo de outubro, o barril ficou abaixo de US$ 70. Em Londres, o Brent, com vencimento em janeiro, perdeu 5 centavos de dólar, para US$ 71,81.

 

O mercado deu destaque para a projeção da Agência Internacional de Energia (AIE) de que a demanda global por petróleo em 2010 vai aumentar um pouco mais rápido do que o previsto anteriormente, puxado por uma maior atividade econômica na Ásia e no Oriente Médio. A entidade, que presta consultoria a países consumidores da commodity, disse que a demanda por óleo cru deve atingir 86,3 milhões de barris por dia no próximo ano, 1,7% acima da média de 2009.

Fonte: Valor Econômico
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar