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Brazil WindPower 2010

EPE quer subsidiar mercado de eólica

01/09/2010 | 12h44

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) pretende construir um windex brasileiro com informações e panoramas completos do setor de energia eólica no país, e planeja fazer projeções futuras para o cenário eólico no Brasil em parceria com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Além disso, a instituição quer capacitar os técnicos ganhadores dos leilões futuros. As informações foram dadas a pouco pelo presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim, durante palestra no Brazil WindPower 2010.

 

Segundo Tolmasquim, a EPE vai realizar um programa de capacitação no setor eólico internamente na empresa e posteriormente quer fazer uma capacitação com os técnicos ganhadores dos leilões de reserva e de fontes alternativas. "Queremos subsidiar o mercado de eólica para que ele cresça ainda no Brasil", explicou.

 

Durante sua palestra, o executivo apontou boas perspectivas para o cenário eólico brasileiro que atualmente conta com 143 mil GW de potência instalada, o equivalente a 10 usinas de Itaipu. Tolmasquim indicou que de acordo com projeções de analistas, este cenário irá dobrar para o equivalente a 20 usinas de Itaipu. Segundo ele o grande diferencial deste tipo de energia no Brasil é a complementariedade da eólica com a hidroeletricidade.

 

"Hoje, a eólica tem um grande potencial ofertante e preços adequados. Então as perspectivas futuras para este setor são muito boas e competitivas", afirmou Tolmasquim, que garantiu a existência de constantes leilões contemplando a energia eólica.

 

No Brasil, o crescimento eólico em 2009 foi de 77,7% - um salto de 341 MW em 2008 para 606 MW no ano passado. E a geração eólica crescerá ainda mais nos próximos anos. Com a realização do primeiro leilão exclusivo de energia eólica, realizado em dezembro passado, foram comercializados 1.805 MW para serem entregues até 2012. Estes 1.805 MW se dividirão em investimentos a serem realizados em cinco estados brasileiros: o Rio Grade do Norte com 657 MW, o Ceará com 542 MW, a Bahia com 390 MW, o Rio Grande do Sul com 189 MW e Sergipe com 30 MW.



Fonte: Redação
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