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Tecnologia

Empresários da área de softwares defendem mais investimentos para o setor

04/09/2012 | 09h53

 

Empresários da área de tecnologia da informação (TI), ligados à produção de softwares, cobraram na segunda-feira (3) do governo mais apoio para o setor. Durante a abertura da 10ª Rio Info (feira de informática), na capital fluminense, eles consideraram insuficientes as medidas adotadas até agora.
Segundo Benito Paret, que preside o evento, a indústria de softwares defende a implantação de uma política nacional que priorize a produção de programas de computadores. Ele também reivindicou o mesmo tratamento dado ao setor de hardwares que, segundo o empresário, tem sido beneficiado com mais investimentos.
Para os empresários, o Programa TI Maior, que prevê recursos para a área de tecnologia da informação, tem sido tímido ao direcionar investimentos para o setor de softwares. O gerente de TI do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Julio Cesar Raimundo, apontou o setor de TI como um dos prioritários para o banco. “A necessidade de recursos e investimentos é permanente, então é natural que haja uma demanda de recursos por parte dos empresários. A gente vem aprofundando isso a cada momento”, disse.
O secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Antônio Elias, defendeu as políticas governamentais de investimento em TI, que, segundo ele, atendem às micro e pequenas empresas, com pouco mais de 60% do total de investimentos, em números gerais. Ele pediu ainda que o setor direcionasse suas sugestões à pasta, aprofundando o debate. “O programa [TI Maior] é isso, é criar o debate nesta área, no sentido de que a gente possa trazer sempre elementos construtivos para o aperfeiçoamento da política pública”, declarou.

Empresários da área de tecnologia da informação (TI), ligados à produção de softwares, cobraram na segunda-feira (3) do governo mais apoio para o setor. Durante a abertura da 10ª Rio Info (feira de informática), na capital fluminense, eles consideraram insuficientes as medidas adotadas até agora.


Segundo Benito Paret, que preside o evento, a indústria de softwares defende a implantação de uma política nacional que priorize a produção de programas de computadores. Ele também reivindicou o mesmo tratamento dado ao setor de hardwares que, segundo o empresário, tem sido beneficiado com mais investimentos.


Para os empresários, o Programa TI Maior, que prevê recursos para a área de tecnologia da informação, tem sido tímido ao direcionar investimentos para o setor de softwares. O gerente de TI do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Julio Cesar Raimundo, apontou o setor de TI como um dos prioritários para o banco. “A necessidade de recursos e investimentos é permanente, então é natural que haja uma demanda de recursos por parte dos empresários. A gente vem aprofundando isso a cada momento”, disse.


O secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Antônio Elias, defendeu as políticas governamentais de investimento em TI, que, segundo ele, atendem às micro e pequenas empresas, com pouco mais de 60% do total de investimentos, em números gerais. Ele pediu ainda que o setor direcionasse suas sugestões à pasta, aprofundando o debate. “O programa [TI Maior] é isso, é criar o debate nesta área, no sentido de que a gente possa trazer sempre elementos construtivos para o aperfeiçoamento da política pública”, declarou.

 

 

BNDES poderá ampliar investimentos na área de software para R$ 6 bilhões

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) poderá ampliar seu Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia e Informação (Prosoft) de R$ 5 bilhões para R$ 6 bilhões este ano. A informação é do diretor de Tecnologia da Informação do BNDES, Julio Cesar Raimundo.

 

“Devemos fazer uma renovação nos próximos meses para 2015 ou 2016. Estamos finalizando agora os estudos, mas é importante dizer que não faltará recurso para o setor de software. Hoje temos R$ 3 bilhões aplicados, com um orçamento de R$ 5 bilhões garantidos, e nós podemos ampliar um pouco para a ordem de R$ 6 bilhões”, afirmou durante o evento.

 

Hoje os investimentos do banco destinam dois terços de seus valores para empresas de grande porte, apesar de 85% das operações serem destinadas a micro, pequenas e médias empresas, em operações de empréstimo, como o Prosoft, além de operações com fundos de capital e aporte no capital de empresas, de maneira direta ou indireta, superando os R$ 200 milhões. O setor é considerado estratégico pelo banco.

 

“[É estratégico] não tanto pela crise, mas pelo aspecto difusor, de inovação e de grande produtividade. O setor de tecnologia da informação e serviços é indutor de novas técnicas e de novas tecnologias em todas as cadeias da economia, então ele tem um papel muito importante de induzir inovações, novos produtos, o que resulta em ganhos de produtividade”, diz Raimundo.

 



Fonte: Agência Brasil
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