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Energia

Eletrobrás planeja capitalizar subsidiárias

01/12/2009 | 09h19
A Eletrobrás planeja iniciar um processo de capitalização de algumas de suas subsidiárias, como as geradoras Eletronorte e Chesf, o que deve aumentar a capacidade de investimento destas empresas. O presidente da Eletrobrás, José Antônio Muniz Lopes, disse ontem que a intenção é sanear as dívidas que algumas dessas empresas têm com a própria Eletrobrás, convertendo-as em capital.


As estatais do sistema Eletrobrás hoje são responsáveis por algumas das principais obras em geração e transmissão no País. A Chesf, por exemplo, está entre os sócios do projeto da hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira. Ao tornar empresas como a Chesf e a Eletronorte mais saudáveis, ainda que por meio de um recurso contábil como a conversão das dívidas em capital pertencente à holding, o governo aumenta, por exemplo, a capacidade dessas empresas de tomar recursos no mercado para bancar seus investimentos.



DÍVIDAS. Entre as geradoras, Muniz disse que a Eletronorte e a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) deverão passar por esse processo. "Vamos transformar as dívidas em capital", disse Muniz, ponderando que essas empresas já são 100% controladas pela Eletrobrás. Assim, a capitalização não se traduziria em emissão de ações no mercado, mas no aumento de capital da própria companhia.


Muniz ressalta que a principal vantagem é fazer com que a Eletrobrás passe a receber dividendos dessas empresas e não juros e serviços da dívida. "Hoje, a Eletrobrás funciona quase como um banco", disse. Muniz esclareceu que Furnas e Eletrosul não vão precisar passar por esse processo de capitalização.



DISTRIBUIDORAS. Além da Eletronorte e da Chesf, deverão ter suas dívidas trocadas por capital as distribuidoras que hoje são controladas pela Eletrobrás, localizadas principalmente na Região Norte. Para garantir que a operação resultará em pagamentos de dividendos para a holding, Muniz afirmou que será assinado um contrato de gestão entre as subsidiárias e a Eletrobrás, com metas para o desempenho financeiro e operacional para as companhias.


"Vamos transformá-las em empresas saudáveis, com metas de desempenho financeiro e operacional", disse. Segundo Muniz, a capitalização da própria holding "não é uma discussão que está hoje na mesa".


Fonte: Jornal do Commercio
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