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Energia

Elétricas bombam com resultado do 1º turno

05/10/2010 | 10h16
O setor elétrico foi o grande protagonista do pregão ontem, com a definição eleitoral em alguns Estados, como no Paraná e em Minas Gerais, e a realização de segundo turno para a eleição presidencial. No universo do Ibovespa, as ações preferenciais (PN, sem voto) classe B da paranaense Copel tiveram a maior alta: 4,42%.


Destaque ainda para as PNs da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), com ganho de 3,24%; Eletrobras, com valorização de 2,68% nas ordinárias (ON, com voto) e de 2,56% nas PNBs; Cesp PNB (+ 2,39%); Cemig PN (+1,81%) e CPFL Energia ON (+1,70%). Das 15 maiores altas do índice, 7 foram de empresas de energia.


A reação positiva da Copel está ligada à vitória no primeiro turno do candidato tucano Beto Richa para o governo estadual. "O risco político foi neutralizado", resume o analista de energia da Ativa Corretora, Ricardo Corrêa, referindo-se ao fim da gestão peemedebista de Roberto Requião. Com a mudança, o mercado aposta em menor interferência política na companhia e melhora na gestão e na governança corporativa (ver mais na página D3).


O mesmo raciocínio vale para a Cemig, com a vitória em Minas do tucano Antonio Anastasia. As ações sofreram com a possibilidade de o candidato Hélio Costa (PMDB) ganhar a disputa. Já no caso de Eletrobras, acredita Corrêa, a valorização dos papéis deve-se ao fato de a eleição presidencial ter ido para o segundo turno. "A Eletrobras é que a mais sofre com o risco político."
 

Ele refere-se ao "uso" da empresa para viabilizar leilões de energia, sanear distribuidoras endividadas e fazer política energética. De maneira geral, a percepção do mercado é que o governo do PSDB tende a ser mais amigável aos setores elétrico e de saneamento, que dependem de regulação, ao preservar a remuneração do acionista.


PSDB nos Estados e Serra no 2º turno beneficiam empresas


Já o Ibovespa fechou com leve alta de 0,22%, a 70.384 pontos, na contramão do mercado americano, que foi alvo de um movimento de realização depois da forte alta de setembro.


Porém, no nível atual, acredita o diretor da Hera Investimentos, Nicholas Barbarisi, a volatilidade da bolsa brasileira deve aumentar. Tecnicamente, o mercado entrou numa faixa de preços perigosa, em que tem muito vendedor. Mas, do ponto de vista macroeconômico, de crescimento forte e boas perspectivas para os resultados das empresas, o mercado deve deslanchar e buscar os 72 mil pontos, ressalta.


Para a analista-chefe da Spinelli, Kelly Trentin, a economia dos países desenvolvidos ainda está muito fraca para que o índice continue subindo com vigor. Fora isso, diz, o investidor está à espera de dados importantes que saem no fim desta semana, como emprego nos EUA.


Fonte: Valor Econômico
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