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Tecnologia

EAS repassa R$ 500 mil em equipamentos ao IF-PE Ipojuca

11/01/2012 | 10h45
O Estaleiro Atlântico Sul (EAS), que tem como uma de suas diretrizes o apoio à qualificação de mão de obra, repassou ontem (10) ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado (IF-PE), Campus de Ipojuca, equipamentos que vão tornar top de linha o laboratório do curso técnico de Construção Naval. Com um investimento de R$ 500 mil, o laboratório passa a se equiparar aos melhores do Brasil na sua área.

Ao todo, são 28 equipamentos, dentre eles uma máquina de corte de aço computadorizada, uma calandra (máquina para produção de painéis metálicos curvos) de quatro rolos motorizada, um curvador de tubos, uma prensa dobradeira de perfis de aço e um maçarico de aquecimento.

Em 2010, o estaleiro, em parceria com as empresas ShipConstructor Sotfware Inc. (Canadá) e a Autodesk, Inc. (EUA), doou para o campus licenças do ShipConstructor, softwares de última geração para o projetos de embarcações (navios e plataformas offshore). “O curso técnico de Construção Naval do IF-PE é fundamental não só para a formação de mão de obra, que certamente será absorvida pelas empresas que escolheram Pernambuco como local de trabalho, como também para a melhoria da qualidade de vida das comunidades de municípios como Ipojuca, Cabo, Jaboatão e Recife”, destaca o presidente do EAS, Agostinho Serafim Júnior.

Vale ressaltar que o EAS, juntamente com a Fundação de Estudos do Mar (Femar) e a Escola do Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro, participou da elaboração do currículo disciplinar do curso, que teve o seu primeiro vestibular em 2010. Atualmente, são duas turmas com 98 alunos, a mais avançada já ingressando no terceiro período de um total de quatro. Para este ano de 2012, o vestibular do IF-PE definiu duas turmas para primeira entrada e uma para a segunda.

“É realmente um curso pioneiro e se, à época em que o desenvolvemos, houvesse profissionais qualificados em Pernambuco, todos já estariam empregados”, observa o diretor do Campus Ipojuca, Enio Camilo. “Nossos formandos estarão qualificados não só para a indústria naval, mas também para a área de metal-mecânica”, complementa.


Fonte: Redação
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