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Pessoas

Deepflex anuncia novo presidente global

11/11/2013 | 15h44

 

O engenheiro Felipe Lamego foi nomeado presidente global da Deepflex, única fabricante de dutos flexíveis sem costura não metálicos para aplicações em águas profundas no mundo, no lugar de Mike Kearney, que deixou a empresa para buscar novas oportunidades. Lamego respondia pela diretoria de desenvolvimento de negócios na empresa desde julho de 2012 e é o primeiro brasileiro a liderar a companhia.
O executivo vê o Brasil como um mercado fundamental nos planos da Deepflex, já que cerca de 65% da demanda mundial de tubos flexíveis sem conexão deverá vir do país nos próximos anos. Atualmente a empresa está em fase de qualificação de suas tecnologias junto à Petrobrás, por meio de um processo que envolve mais de 5 mil testes individuais.
“Estamos ampliando em seis vezes a capacidade de fabricação da nossa planta nos Estados Unidos e já temos o plano de construir uma unidade no Brasil”, contou o novo presidente da Deepflex.
O executivo é formado em engenharia mecânica pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), onde também concluiu um mestrado em engenharia mecânica, além de ter pós-graduação em gerenciamento de projetos pela Universidade de Houston (EUA) e mestrado em administração de negócios pela Texas A&M University.
A Deepflex foi fundada em 2004 nos Estados Unidos e recebeu uma série de aportes de investidores brasileiros nos últimos anos. Entre eles, estão os fundos AEM Capital, Mare Investimentos, Mantiq Investimentos e Promon. A empresa conta ainda com investimentos dos grupos Energy Ventures, Klaveness Marine e Mobelmagasinet Tvedt, da Noruega.

O engenheiro Felipe Lamego foi nomeado presidente global da Deepflex, única fabricante de dutos flexíveis sem costura não metálicos para aplicações em águas profundas no mundo, no lugar de Mike Kearney, que deixou a empresa para buscar novas oportunidades. Lamego respondia pela diretoria de desenvolvimento de negócios na empresa desde julho de 2012 e é o primeiro brasileiro a liderar a companhia.


O executivo vê o Brasil como um mercado fundamental nos planos da Deepflex, já que cerca de 65% da demanda mundial de tubos flexíveis sem conexão deverá vir do país nos próximos anos. Atualmente a empresa está em fase de qualificação de suas tecnologias junto à Petrobras, por meio de um processo que envolve mais de 5 mil testes individuais.


“Estamos ampliando em seis vezes a capacidade de fabricação da nossa planta nos Estados Unidos e já temos o plano de construir uma unidade no Brasil”, contou o novo presidente da Deepflex.


O executivo é formado em engenharia mecânica pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), onde também concluiu um mestrado em engenharia mecânica, além de ter pós-graduação em gerenciamento de projetos pela Universidade de Houston (EUA) e mestrado em administração de negócios pela Texas A&M University.


A Deepflex foi fundada em 2004 nos Estados Unidos e recebeu uma série de aportes de investidores brasileiros nos últimos anos. Entre eles, estão os fundos AEM Capital, Mare Investimentos, Mantiq Investimentos e Promon. A empresa conta ainda com investimentos dos grupos Energy Ventures, Klaveness Marine e Mobelmagasinet Tvedt, da Noruega.



Fonte: Redação TN Petróleo
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