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Disputa

CSN e Gerdau prometem elevar competição

10/03/2014 | 10h10

 

A disputa por fatias de mercado no país será ampliada com a entrada de CSN e Gerdau, uma no setor de atuação da outra. O grupo gaúcho começou, aos poucos, no fim de 2013 a vender aços laminados planos, enquanto a CSN promete até abril iniciar vendas de vergalhões e fio-máquina. Com isso, o número de concorrentes em cada um desses dois segmentos vai crescer.
Tradicionalmente, a Gerdau só fez aços longos, com grande aplicação na construção civil e indústria. É líder nacional no segmento, com cerca de 40%. A CSN, por 70 anos, atuou como fornecedora de aços planos, produzindo em Volta Redonda (RJ) material para uso em automóveis, bens de linha branca, autopeças e telhas.
No caso da Gerdau, a empresa abre competição no mercado nacional também com Usiminas e ArcelorMittal. Já a CSN, após cinco anos de promessas, pôs sua usina de aços longos, em Volta Redonda, para operar recentemente. Agora está fase de homologação de produtos no Inmetro.
A projeção da CSN é vender 150 mil toneladas de vergalhões em 2014 no mercado interno, que é em torno de 90% dominado por Gerdau, ArcelorMittal e Votorantim. A Sinobrás tem 2% a 3% e o restante é material importado.
Segundo a Gerdau, durante divulgação do balanço de 2013, a previsão é chegar ao fim do ano ao ritmo de 40% a 50% da capacidade do laminador, que é de 800 mil toneladas anuais. Informações obtidas pelo Valor apontam que vendeu 25 mil toneladas em fevereiro, vai para 30 mil este mês e chegará em maio/junho com 40 mil toneladas. O mercado total do país movimenta por ano pouco mais de 14 milhões de toneladas. O mercado de longo, onde chega a CSN, é de aproximadamente 12 milhões de toneladas.
O grupo Gerdau estreou no ramo de aços planos, considerado mais nobre que o de longos, em 2008. Foi uma entrada gradual, como produtor de placas, que é um produto semiacabado mais voltado para exportação. O passo seguinte foi partir para a produção de material laminado (bobinas a quente e chapas grossas), de maior valor agregado, na usina de Outro Branco (MG), onde está a linha de placas. O laminador de chapa grossa ficará pronto em 2016.
Para a CSN, o negócio de aço longo não é tão novo. Há dois anos, ela adquiriu a empresa alemã SWT, apta a fazer 1 milhão de toneladas por ano, com foco em perfis. Pagou R$ 1,1 bilhão. A usina brasileira custou R$ 1,6 bilhão e nasce com capacidade de 500 mil toneladas ao ano, usando sucata e refugos da produção de aço plano. Desse volume, 80% serão vergalhões. Os 20% restantes serão de fio-máquina, usado para fabricar arames, grampos e pregos.

A disputa por fatias de mercado no país será ampliada com a entrada de CSN e Gerdau, uma no setor de atuação da outra. O grupo gaúcho começou, aos poucos, no fim de 2013 a vender aços laminados planos, enquanto a CSN promete até abril iniciar vendas de vergalhões e fio-máquina. Com isso, o número de concorrentes em cada um desses dois segmentos vai crescer.

Tradicionalmente, a Gerdau só fez aços longos, com grande aplicação na construção civil e indústria. É líder nacional no segmento, com cerca de 40%. A CSN, por 70 anos, atuou como fornecedora de aços planos, produzindo em Volta Redonda (RJ) material para uso em automóveis, bens de linha branca, autopeças e telhas.

No caso da Gerdau, a empresa abre competição no mercado nacional também com Usiminas e ArcelorMittal. Já a CSN, após cinco anos de promessas, pôs sua usina de aços longos, em Volta Redonda, para operar recentemente. Agora está fase de homologação de produtos no Inmetro.

A projeção da CSN é vender 150 mil toneladas de vergalhões em 2014 no mercado interno, que é em torno de 90% dominado por Gerdau, ArcelorMittal e Votorantim. A Sinobrás tem 2% a 3% e o restante é material importado.

Segundo a Gerdau, durante divulgação do balanço de 2013, a previsão é chegar ao fim do ano ao ritmo de 40% a 50% da capacidade do laminador, que é de 800 mil toneladas anuais. Informações obtidas pelo Valor apontam que vendeu 25 mil toneladas em fevereiro, vai para 30 mil este mês e chegará em maio/junho com 40 mil toneladas. O mercado total do país movimenta por ano pouco mais de 14 milhões de toneladas. O mercado de longo, onde chega a CSN, é de aproximadamente 12 milhões de toneladas.

O grupo Gerdau estreou no ramo de aços planos, considerado mais nobre que o de longos, em 2008. Foi uma entrada gradual, como produtor de placas, que é um produto semiacabado mais voltado para exportação. O passo seguinte foi partir para a produção de material laminado (bobinas a quente e chapas grossas), de maior valor agregado, na usina de Outro Branco (MG), onde está a linha de placas. O laminador de chapa grossa ficará pronto em 2016.

Para a CSN, o negócio de aço longo não é tão novo. Há dois anos, ela adquiriu a empresa alemã SWT, apta a fazer 1 milhão de toneladas por ano, com foco em perfis. Pagou R$ 1,1 bilhão. A usina brasileira custou R$ 1,6 bilhão e nasce com capacidade de 500 mil toneladas ao ano, usando sucata e refugos da produção de aço plano. Desse volume, 80% serão vergalhões. Os 20% restantes serão de fio-máquina, usado para fabricar arames, grampos e pregos.



Fonte: Valor Econômico
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