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Inovação

Criado comitê de empresários para estimular a inovação em empresas paulistas

22/10/2010 | 17h43
Foi criado hoje (22) um comitê de empresários para estímulo da inovação em companhias paulistas. Em cerimônia realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), foi instalado o grupo, que integra a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI).


A MEI é uma ação da Confederação Nacional da Indústria (CNI) iniciada em 2008. Ela visa a organização de empresários de todo país para a discussão de estímulos para o desenvolvimento de novos produtos e novas práticas que aumentem a competitividade do Brasil no mercado externo.


Por meio de discussões e capacitação, além de políticas governamentais, a MEI espera dobrar o número de empresas brasileiras consideradas inovadoras nos próximos quatro anos. Atualmente, segundo a CNI, existem 30 mil empresas com este perfil.


“Um dos pontos centrais da nossa agenda para o futuro é a inovação”, afirmou Rafael Lucchesi, diretor de Operações da CNI. “A inovação é chave para a competitividade e determinante para a produtividade, portanto, para o futuro dos nossos negócios.”


Dados da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) apontam que as empresas brasileiras estão entre as que menos investem em inovação no mundo. De acordo com o órgão, o setor privado aplica o equivalente a 0,48% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em pesquisas, enquanto o setor público investe 0,59%.


Em países como o Japão e os Estados Unidos, por exemplo, as empresas investem até o triplo do governo no desenvolvimento de tecnologias. No Japão, são 2,67% do PIB do país contra os 0,54% correspondentes ao investimento governamental.


“Temos que estimular o investimento empresarial. Este é o grande desafio”, afirmou o presidente do Finep, Luís Manuel Rebelo Fernandes, que também esteve no lançamento da MEI no estado de São Paulo.


O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, afirmou durante o evento que o investimento em inovação é tão importante para as empresas brasileiras quanto as obras de infraestrutura, a redução da taxa básica de juros e a solução da questão cambial. Segundo ele, o BNDES e o governo federal têm adotado medidas para incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias e continuarão apoiando a pesquisa.


O BNDES, inclusive, será um dos órgãos federais que integrarão um comitê de articulação de políticas para inovação a ser criado nos próximos dias. Participarão do comitê, os ministérios da Fazenda, da Ciência e Tecnologia, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Educação, além de várias agências de fomento federais.


Segundo Luís Manuel Rebelo Fernandes, a portaria que cria o grupo já está pronta e deve ser publicada em breve.


Fonte: Agência Brasil
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