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Evento

Coppe recebe encontro internacional sobre novas alternativas energéticas

13/12/2010 | 09h24
Otimizar o aproveitamento da biomassa e torná-la competitiva como alternativa ao diesel na produção de energia e derivados de petróleo é a missão de pesquisadores de sete países que integram a rede Dibanet (Development of Integrated Biomass Approaches Network). Esses pesquisadores estarão reunidos hoje (13), no Rio de Janeiro, para participar do 4º encontro da rede Dibanet, que este ano está sendo organizado pelo Núcleo de Catálise do Programa de Engenharia Química da Coppe. O evento será realizado, a partir das 13h, no auditório da Coppe, Bloco G, sala 122, Centro de Tecnologia, Cidade Universitária. 


O encontro contará com a participação do governador norte-americano do estado de Iowa, Chet Culvert, líder de um grupo de políticos do meio-oeste americano com interesse em implantar uma biorefinaria na região. Os pesquisadores da rede apresentarão conceitos inovadores de biorefinarias e resultados de estudos recentes voltados para melhorar o aproveitamento da biomassa residual que poderá vir a ocupar um papel importante na matriz energética mundial. 


A rede Dibanet é composta de instituições de pesquisa da Dinamarca, Hungria, Grécia, Irlanda e Reino Unido, Brasil, Chile e Argentina. A linha de estudos desenvolvidos conjuntamente entre os sete países participantes possui financiamento de € 3,73 milhões da União Europeia.   


Segundo o professor Victor Luís Teixeira da Silva, do Programa de Engenharia Química da Coppe, o objetivo das pesquisas é possibilitar o aproveitamento de compostos presentes na biomassa residual, tipo bagaço de cana, que hoje são desperdiçados através da queima.  


Os pesquisadores do Núcleo de Catálise da Coppe estão desenvolvendo novos catalisadores que permitam transformar esses compostos em materiais, utilizados no dia-a-dia, que hoje são em sua maioria derivados do petróleo. “Nosso desafio é desenvolver tecnologias e processos químicos que possibilitem o uso mais nobre desses compostos, diminuindo a dependência do petróleo”, explica Victor.


Fonte: Redação
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