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OTC Brasil 2013

Conteúdo Local gera oportunidades para empresas estrangeiras

01/11/2013 | 11h30
Conteúdo Local gera oportunidades para empresas estrangeiras
Agência Petrobras Agência Petrobras

 

Os benefícios da política de Conteúdo Local, desafios e oportunidades advindos com a exploração e produção de hidrocarbonetos na camada pré-sal, foi o tema abordado pelo assessor da presidente da Petrobras para o assunto, Paulo Alonso, durante almoço-palestra no último dia da OTC Brasil. O executivo frisou que as parcerias, principalmente as que incorporam inovação à cadeia de produção, são as mais vantajosas.
"Nesse cenário, há enorme campo para investidores estrangeiros", acentuou Alonso. “Em 2003, período inicial de implementação da atual política, a área de Exploração e Produção alcançava entre 49 a 53% de conteúdo local em sua operação. Hoje, já chegamos à faixa entre 55% e 65%, em alguns casos a 73 %, com tendência a crescimento dessa participação. Sugiro que a indústria multinacional foque nas oportunidades aí contidas, inclusive devido ao incremento de demandas que o pré-sal vai gerar até 2020".
Dentre as vantagens da política de conteúdo local, segundo o assessor, estão: a diversificação da economia local, aumento da atratividade para investidores, crescimento sustentável da economia, geração de empregos e incremento da receita proveniente de tributos. Para as empresas de petróleo, os ganhos vêm da redução dos custos de operação, proximidade entre fornecedores e operadores, redução da dependência de mão de obra estrangeira, aumento da capacidade de inovação dos fornecedores, redução dos custos de logística e disponibilidade de assistência técnica local.
Paulo Alonso também destacou que a atração de investimentos estrangeiros se insere na política de gestão da Petrobras. Ele está convencido de que a atual política de governo de estímulo à produção no país de itens para a indústria petrolífera já está nitidamente surtindo efeitos. “Em cinco anos, teremos um parque industrial de classe mundial, capaz de não só suprir as necessidades internas, como também apto para assumir projetos de petróleo e gás em qualquer parte do mundo, praticando preços competitivos e sustentáveis”, disse.
O executivo citou a árvore de natal (equipamento instalado na cabeça do poço) como item que demonstra o acerto dessa orientação de atrair investimentos para o Brasil. O último certificado emitido para este equipamento alcançou 73% de fabricação nacional, informou.
Conteúdo local em Libra
Com percentuais considerados razoáveis por analistas de mercado, o conteúdo local definido para o prospecto de Libra foi elaborado com estreita colaboração da Petrobras e de instituições representativas dos fabricantes, comentou Paulo Alonso.
“Estivemos reunidos em Brasília com o intuito de fornecer os elementos que o governo precisava para estabelecer o conteúdo local em Libra... Os números apresentados pelo governo foram realmente sustentados pela Petrobras, outras companhias operadoras e instituições que representam a indústria no Brasil”, acrescentou.
O conteúdo local mínimo do contrato de partilha foi fixado em 37% para a fase de exploração e 15% para o teste de longa duração (TLD). Para os módulos da etapa de desenvolvimento que se iniciarem até 2021, o conteúdo local será de 55%. Para os módulos que se iniciarem a partir de 2022, será de 59%.
Outros países
Rússia, Ucrânia, Nigéria, Moçambique, Tanzânia, México, Venezuela e Equador são alguns países que, como o Brasil, atuam com diretrizes ditadas por políticas de conteúdo local. Segundo Paulo Alonso, ao invés de representar entrave, essa orientação gera oportunidade de o capital produtivo de qualquer nacionalidade participar do processo de desenvolvimento da indústria local, seja diretamente ou por meio de parceria.

Os benefícios da política de Conteúdo Local, desafios e oportunidades advindos com a exploração e produção de hidrocarbonetos na camada pré-sal, foi o tema abordado pelo assessor da presidente da Petrobras para o assunto, Paulo Alonso, durante almoço-palestra no último dia da OTC Brasil. O executivo frisou que as parcerias, principalmente as que incorporam inovação à cadeia de produção, são as mais vantajosas.

"Nesse cenário, há enorme campo para investidores estrangeiros", acentuou Alonso. “Em 2003, período inicial de implementação da atual política, a área de Exploração e Produção alcançava entre 49 a 53% de conteúdo local em sua operação. Hoje, já chegamos à faixa entre 55% e 65%, em alguns casos a 73%, com tendência a crescimento dessa participação. Sugiro que a indústria multinacional foque nas oportunidades aí contidas, inclusive devido ao incremento de demandas que o pré-sal vai gerar até 2020".

Dentre as vantagens da política de conteúdo local, segundo o assessor, estão: a diversificação da economia local, aumento da atratividade para investidores, crescimento sustentável da economia, geração de empregos e incremento da receita proveniente de tributos. Para as empresas de petróleo, os ganhos vêm da redução dos custos de operação, proximidade entre fornecedores e operadores, redução da dependência de mão de obra estrangeira, aumento da capacidade de inovação dos fornecedores, redução dos custos de logística e disponibilidade de assistência técnica local.

Paulo Alonso também destacou que a atração de investimentos estrangeiros se insere na política de gestão da Petrobras. Ele está convencido de que a atual política de governo de estímulo à produção no país de itens para a indústria petrolífera já está nitidamente surtindo efeitos. “Em cinco anos, teremos um parque industrial de classe mundial, capaz de não só suprir as necessidades internas, como também apto para assumir projetos de petróleo e gás em qualquer parte do mundo, praticando preços competitivos e sustentáveis”, disse.

O executivo citou a árvore de natal (equipamento instalado na cabeça do poço) como item que demonstra o acerto dessa orientação de atrair investimentos para o Brasil. O último certificado emitido para este equipamento alcançou 73% de fabricação nacional, informou.


Conteúdo local em Libra

Com percentuais considerados razoáveis por analistas de mercado, o conteúdo local definido para o prospecto de Libra foi elaborado com estreita colaboração da Petrobras e de instituições representativas dos fabricantes, comentou Paulo Alonso.

“Estivemos reunidos em Brasília com o intuito de fornecer os elementos que o governo precisava para estabelecer o conteúdo local em Libra... Os números apresentados pelo governo foram realmente sustentados pela Petrobras, outras companhias operadoras e instituições que representam a indústria no Brasil”, acrescentou.

O conteúdo local mínimo do contrato de partilha foi fixado em 37% para a fase de exploração e 15% para o teste de longa duração (TLD). Para os módulos da etapa de desenvolvimento que se iniciarem até 2021, o conteúdo local será de 55%. Para os módulos que se iniciarem a partir de 2022, será de 59%.


Outros países

Rússia, Ucrânia, Nigéria, Moçambique, Tanzânia, México, Venezuela e Equador são alguns países que, como o Brasil, atuam com diretrizes ditadas por políticas de conteúdo local. Segundo Paulo Alonso, ao invés de representar entrave, essa orientação gera oportunidade de o capital produtivo de qualquer nacionalidade participar do processo de desenvolvimento da indústria local, seja diretamente ou por meio de parceria.



Fonte: Revista TN Petróleo, redação
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