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Internacional

Cidadãos de Fukushima processam fabricantes de componentes de usina

24/02/2014 | 09h44

 

Cerca de 1.400 pessoas entraram com ação em um tribunal de Tóquio contra três empresas que fabricaram os principais componentes de tecnologia da Usina Nuclear de Fukushima. Essas empresas são consideradas responsáveis pelo acidente de 2011.
Os requerentes pedem às japonesas Toshiba, Hitachi e à norte-americana General Electric uma compensação simbólica de 100 ienes (cerca de 70 cêntimos de euro) para cada um dos requerentes dos prejuízos provocados pelo acidente, informou a emissora pública de televisão NHK.
Para as cerca de 1.400 pessoas que entraram com a ação, os três fabricantes de tecnologia nuclear não tomaram as medidas necessárias, apesar de especialistas terem alertado sobre a possibilidade de um acidente grave em caso de tsunami. O grupo é composto, em sua maioria, por cidadãos do município de Fukushima.
A lei japonesa de compensação em caso de acidente nuclear apenas considera responsáveis as empresas que operam as centrais – no caso a Tokyo Electric Power (Tepco) – no que diz respeito ao pagamento de indenizações. Para o grupo, no entanto, essa lei protege a indústria nuclear e é inconstitucional.
Nenhuma das três empresas quis comentar a informação.
O terremoto e o tsunami que atingiram, em 11 de março de 2011, a Usina de Fukushima Daiichi, provocaram o pior acidente nuclear na Ucrânia desde Chernobil, em 1986.
As emissões radioativas mantêm afastadas, quase três anos depois do acidente, cerca de 53 mil pessoas que viviam na área da central, e afetaram gravemente a agricultura, pecuária e pesca locais.

Cerca de 1.400 pessoas entraram com ação em um tribunal de Tóquio contra três empresas que fabricaram os principais componentes de tecnologia da Usina Nuclear de Fukushima. Essas empresas são consideradas responsáveis pelo acidente de 2011.

Os requerentes pedem às japonesas Toshiba, Hitachi e à norte-americana General Electric uma compensação simbólica de 100 ienes (cerca de 70 cêntimos de euro) para cada um dos requerentes dos prejuízos provocados pelo acidente, informou a emissora pública de televisão NHK.

Para as cerca de 1.400 pessoas que entraram com a ação, os três fabricantes de tecnologia nuclear não tomaram as medidas necessárias, apesar de especialistas terem alertado sobre a possibilidade de um acidente grave em caso de tsunami. O grupo é composto, em sua maioria, por cidadãos do município de Fukushima.

A lei japonesa de compensação em caso de acidente nuclear apenas considera responsáveis as empresas que operam as centrais – no caso a Tokyo Electric Power (Tepco) – no que diz respeito ao pagamento de indenizações. Para o grupo, no entanto, essa lei protege a indústria nuclear e é inconstitucional.

Nenhuma das três empresas quis comentar a informação.

O terremoto e o tsunami que atingiram, em 11 de março de 2011, a Usina de Fukushima Daiichi, provocaram o pior acidente nuclear na Ucrânia desde Chernobil, em 1986.

As emissões radioativas mantêm afastadas, quase três anos depois do acidente, cerca de 53 mil pessoas que viviam na área da central, e afetaram gravemente a agricultura, pecuária e pesca locais.

 

Vítimas poderão voltar às suas casas

O Japão vai liberar uma área que estava interditada próximo à Central Nuclear de Fukushima, permitindo às pessoas removidas o retorno às suas casas, anunciaram hoje (24) as autoridades japonesas. A medida entra em vigor no dia 1º de abril e vai abranger 300 pessoas, cujas casas estão localizadas em Tamura, cidade a cerca de 20 quilômetros a oeste da central nuclear.

Nos próximos dois anos, até 30 mil pessoas serão autorizadas a voltar às casas, que tiveram de abandonar por causa da forte radiação da central nuclear. Os antigos moradores das zonas desocupadas estão, no entanto, divididos quanto à oportunidade de retorno. Alguns temem pela saúde, em consequência dos níveis de radiação medidos no local.

De acordo com as orientações governamentais, as áreas próximas da Central de Fukushima poderão ser declaradas novamente como habitáveis quando a pessoa for exposta a uma dose radioativa abaixo de 20 millisieverts (mSv) por ano. As autoridades gostariam que os trabalhos de descontaminação reduzissem esse nível para 1 mSv por ano.



Fonte: Agência Brasil
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