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Aço

China liderou, outra vez, a produção mundial em 2013

24/01/2014 | 09h56

 

China liderou, outra vez, a produção mundial em 2013
Sexta, 24 Janeiro 2014 08:42
Geral
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Mais uma vez, a China garantiu o protagonismo no mercado mundial de aço. Em 2013, o gigante asiático respondeu por 48,5% do total produzido pelos 65 países considerados em levantamento da World Steel Association (WSA), entidade que representa a siderurgia global, com 779 milhões de toneladas produzidas. O volume é 7,5% superior ao obtido 2012.
No ano passado, segundo a WSJ, a produção mundial de aço bruto cresceu 3,5%, para 1,61 bilhão de toneladas. Em dezembro, o volume produzido chegou a 129,2 milhões de toneladas, aumento de 1,7% sobre novembro e de 6,3% ante dezembro de 2012.
O Brasil foi o nono maior fabricante de aço em 2013, atrás de países como Rússia, Coreia do Sul, Alemanha e Turquia, por exemplo. No país foram produzidas 34,2 milhões de toneladas, queda de 1% ante o ano anterior.
A Ásia ganhou ainda mais peso na produção global de 2013, com participação de 67,3% no volume total, ante 65,7% no ano anterior. Os asiáticos fizeram 1,081 bilhão de toneladas de aço bruto, com aumento de 6%. A maior fatia teve origem na China. O Japão, por sua vez, elevou em 3,1% a sua produção em 2013, para 110,6 milhões de toneladas. Na Coreia do Sul, porém, houve queda de 4,4%, para 66 milhões de toneladas.
A produção de aço bruto na União Europeia também recuou, decorrente da crise na região. Teve baixa de 1,8%, para 165,6 milhões de toneladas. A Alemanha produziu 42,6 milhões de toneladas, volume praticamente estável em relação ao verificado em 2012.
Segundo a WSA, a Itália totalizou 24,1 milhões de toneladas, com queda de 11,7%. Na França, o volume do ano cresceu 0,5%, para 15,7 milhões de toneladas. Já na Rússia, houve queda de 1,5%, para 69,4 milhões de toneladas.
O levantamento indicou ainda que, em 2013, a produção de aço bruto na América do Norte foi de 119,3 milhões de toneladas, com queda de 1,9% frente ao verificado no ano anterior. Os Estados Unidos produziram 87 milhões de toneladas de aço bruto no ano, volume 2% inferior ao registrado em 2012.
Na América do Sul, o volume total do ano passado ficou em 46 milhões de toneladas, com decréscimo de 0,8% na comparação com 2012. O Brasil, maior produtor da região, foi responsável por 34,2 milhões de toneladas. No entanto, fechou o ano com desempenho negativo de 1% na mesma base de comparação.
Considerando-se apenas dezembro, a China fabricou 62,3 milhões de toneladas, 2,4% a mais do em novembro e 6,5% superior ao volume de um ano atrás. Isso confirmou a redução no ritmo de crescimento verificada a partir de outubro. De acordo com a WSA, o volume mensal relativo ao Japão - segundo maior produtor de aço no mundo - cresceu 3,1% em 2013, na comparação com 2012, para 110,6 milhões de toneladas.
Já a siderurgia dos Estados Unidos, com a terceira maior produção global, alcançou 87 milhões de toneladas de aço bruto. Foi observada queda de 2% ante o patamar do ano anterior. Na Índia, o volume alcançou 81,2 milhões, alta de 5,1%.
A Worldsteel informou ainda que o uso da capacidade das siderúrgicas globais foi de 74,2% em dezembro, 1,6 ponto percentual abaixo do verificado no mês anterior, mas 2,2 pontos acima do índice de dezembro de 2012. No ano passado, em média, as empresas do setor tiveram uma utilização de capacidade de 78,1%, segundo a entidade, ante 76,2% no ano anterior.
O Brasil ficou bem abaixo dessa média no ano, com 71%.

Mais uma vez, a China garantiu o protagonismo no mercado mundial de aço. Em 2013, o gigante asiático respondeu por 48,5% do total produzido pelos 65 países considerados em levantamento da World Steel Association (WSA), entidade que representa a siderurgia global, com 779 milhões de toneladas produzidas. O volume é 7,5% superior ao obtido 2012.

No ano passado, segundo a WSJ, a produção mundial de aço bruto cresceu 3,5%, para 1,61 bilhão de toneladas. Em dezembro, o volume produzido chegou a 129,2 milhões de toneladas, aumento de 1,7% sobre novembro e de 6,3% ante dezembro de 2012.

O Brasil foi o nono maior fabricante de aço em 2013, atrás de países como Rússia, Coreia do Sul, Alemanha e Turquia, por exemplo. No país foram produzidas 34,2 milhões de toneladas, queda de 1% ante o ano anterior.

A Ásia ganhou ainda mais peso na produção global de 2013, com participação de 67,3% no volume total, ante 65,7% no ano anterior. Os asiáticos fizeram 1,081 bilhão de toneladas de aço bruto, com aumento de 6%. A maior fatia teve origem na China. O Japão, por sua vez, elevou em 3,1% a sua produção em 2013, para 110,6 milhões de toneladas. Na Coreia do Sul, porém, houve queda de 4,4%, para 66 milhões de toneladas.

A produção de aço bruto na União Europeia também recuou, decorrente da crise na região. Teve baixa de 1,8%, para 165,6 milhões de toneladas. A Alemanha produziu 42,6 milhões de toneladas, volume praticamente estável em relação ao verificado em 2012.

Segundo a WSA, a Itália totalizou 24,1 milhões de toneladas, com queda de 11,7%. Na França, o volume do ano cresceu 0,5%, para 15,7 milhões de toneladas. Já na Rússia, houve queda de 1,5%, para 69,4 milhões de toneladas.

O levantamento indicou ainda que, em 2013, a produção de aço bruto na América do Norte foi de 119,3 milhões de toneladas, com queda de 1,9% frente ao verificado no ano anterior. Os Estados Unidos produziram 87 milhões de toneladas de aço bruto no ano, volume 2% inferior ao registrado em 2012.

Na América do Sul, o volume total do ano passado ficou em 46 milhões de toneladas, com decréscimo de 0,8% na comparação com 2012. O Brasil, maior produtor da região, foi responsável por 34,2 milhões de toneladas. No entanto, fechou o ano com desempenho negativo de 1% na mesma base de comparação.

Considerando-se apenas dezembro, a China fabricou 62,3 milhões de toneladas, 2,4% a mais do em novembro e 6,5% superior ao volume de um ano atrás. Isso confirmou a redução no ritmo de crescimento verificada a partir de outubro. De acordo com a WSA, o volume mensal relativo ao Japão - segundo maior produtor de aço no mundo - cresceu 3,1% em 2013, na comparação com 2012, para 110,6 milhões de toneladas.

Já a siderurgia dos Estados Unidos, com a terceira maior produção global, alcançou 87 milhões de toneladas de aço bruto. Foi observada queda de 2% ante o patamar do ano anterior. Na Índia, o volume alcançou 81,2 milhões, alta de 5,1%.

A Worldsteel informou ainda que o uso da capacidade das siderúrgicas globais foi de 74,2% em dezembro, 1,6 ponto percentual abaixo do verificado no mês anterior, mas 2,2 pontos acima do índice de dezembro de 2012. No ano passado, em média, as empresas do setor tiveram uma utilização de capacidade de 78,1%, segundo a entidade, ante 76,2% no ano anterior.

O Brasil ficou bem abaixo dessa média no ano, com 71%.

 



Fonte: Valor Econômico
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