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Petrobras

Chegada da estatal mexe com Santos

08/12/2009 | 10h06

Os investimentos em curso pela Petrobras, via unidade de negócios de exploração e produção de petróleo da bacia de Santos, impacta o município em ritmo de redescoberta. No papel de âncora, a estatal produziu um efeito em cadeia no setor imobiliário da cidade e da região, pela migração de mão de obra especializada. O mesmo fenômeno que já havia sido deflagrado com a vinda de terminais portuários, após a privatização das operações do cais.

 

Com pouco mais de 1.100 vagas abertas pela unidade da Petrobras, acelerou-se o otimismo dos investimentos em imóveis residenciais e comerciais, notadamente de escritórios de grandes empresas. Segundo a consultoria imobiliária CB Richard Ellis, a vacância nesse segmento, em Santos, já está abaixo de 3%, ante a taxa de 8%, considerada igual a zero, pela rotatividade normal das ocupações.

 

Um pré-lançamento de 16 lajes corporativas, no eixo da avenida Ana Costa, cuja destinação para áreas comerciais tem se acentuado, está com cerca de 40% de suas unidades vendidas. Sua metragem quadrada dá a medida da tendência no momento: quase 700 metros de área construída, na base de R$ 4 milhões cada uma. A construtora é a Lindencorp, com a intermediação da Real Consultoria Imobiliária. Outro prédio, com área total de 18 mil metros quadrados, também no eixo da Ana Costa, representará um investimento de R$ 120 milhões, exclusivamente para locação. A construtora é a SDI, com apoio financeiro de um fundo americano.

 

"Notamos que o fenômeno da migração (de pessoas) está presente na procura de imóveis nesta nova fase do mercado. São desde funcionários da Petrobras, a servidores públicos da Polícia Federal e Receita Federal, que devem aumentar seus efetivos na região", avalia José Kauffmann Neto, diretor da Real Consultoria Imobiliária.

 

Esse clima de otimismo, que terá impacto positivo nas receitas orçamentárias do município, deve se agudizar por volta de 2012, com a conclusão das obras das torres da Petrobras, no bairro do Valongo, que terá um "choque" de modernidade. A região, uma das mais antigas da cidade, abriga construções em fase de decrepitude. Como vizinho das torres estará o Museu Pelé, em fase de projeto.

 

Escassez e valorização de áreas, ainda que com baixíssimo crescimento populacional (praticamente estável em torno de 418 mil habitantes), o município já enfrenta sérias dificuldades de trânsito, a ponto de se admitir a hipótese de rodízio de veículos, até agora descartado pela administração municipal.



Fonte: Valor Econômico
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