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Negócios

Cemig mantém interesse em ativos da Endesa

12/11/2009 | 11h50
A assessoria de imprensa do Palácio da Liberdade confirmou ontem que o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), encaminhou uma carta na semana passada à espanhola Endesa, manifestando o interesse da estatal mineira nos ativos da companhia no Brasil, que controla as distribuidoras Ampla, no Rio de Janeiro e a Coelce, no Ceará. A demonstração reforça o apetite da Cemig pela busca de ativos.


A Cemig, que irá divulgar amanhã os resultados referentes ao terceiro trimestre deste ano, não quis se pronunciar sobre o assunto, por estar em período de silêncio. No final do mês passado, durante entrevista na sede da Bolsa de Nova York (Nyse), o diretor financeiro e de Relações com Investidores da companhia mineira, Luiz Fernando Rolla, disse que não estava negociando com a companhia espanhola, porque os ativos não estavam à venda. Rolla reiterou, no entanto, que os planos de aquisições são uma prioridade para a companhia, incluindo não apenas oportunidades no País, mas também no exterior, principalmente na América do Sul.


Os alvos da empresa brasileira citados pelo executivo se concentrariam no Chile, Colômbia e Peru. Somente este ano, a companhia anunciou a aquisição da Terna Participações, além de três parques eólicos no Ceará e ampliou a participação da Transmissoras Brasileiras de Energia (TBE), que reúne cinco empresas de transmissão. Para a Terna, a companhia criou uma Sociedade de Propósito Específico, denominada Transmissora do Atlântico de Energia Elétrica S.A (Taesa), na qual detém 49% do capital ao lado do Fundo de Investimento em Participações (Coliseu), com 51%.


O portfólio de negócios que vem sendo analisado pela Cemig inclui ainda o aumento de participação na Light, no Rio de Janeiro, na qual a companhia é uma das acionistas, por meio do consórcio Rio Minas Energia Participações (RME), que detém 49,39% do capital da distribuidora. As negociações estariam sendo feitas com a Equatorial Energia e a Andrade Gutierrez, que também participam do consórcio.


Fonte: Jornal do Commercio
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