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Energia elétrica

CCEE: valor do Encargo de Serviços do Sistema para 2016 pode ser reduzido pela metade

01/03/2016 | 09h46

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE apresentou nesta segunda-feira (29/2), durante o InfoPLD ao vivo (exibido em www.ccee.org.br/aovivo), análise do comportamento do PLD de fevereiro, além da projeção para os próximos meses. As análises apontam para a continuidade de recuperação das afluências e da melhora no armazenamento dos reservatórios, mantendo o PLD em valores mínimos e a redução dos valores do Encargo de Serviços do Sistema-ESS.

“Todos os submercados apresentaram aumento em seus reservatórios, em especial no Sudeste, que fechou fevereiro com Energia Natural Afluente – ENA em 89% da Média de Longo Termo – MLT. Houve recuperações significativas tanto no Nordeste, quanto no Norte”, revelou Rodrigo Sacchi, gerente de preço da CCEE.

Sacchi ressaltou que o Sudeste tem apresentado um comportamento de afluências diferente do que costuma ser observado nessa época do ano. “Quando a gente observa a ENA de fevereiro, ele se comporta como se fosse abril, dois meses adiantado. O que era esperado para o mês de abril, está acontecendo em fevereiro”, explicou Sacchi, que assinalou que essa situação não se repete em todo o país, apesar das altas afluências no geral. “Ao contrário do comportamento do Sudeste, o Nordeste apresenta comportamento com dois meses de atraso”, completou.

Em relação ao PLD, as projeções seguem otimistas para o mês de março em todo o país, permanecendo em valores próximos ao valor mínimo (R$ 30,25/MWh), sendo o Nordeste o submercado com maior redução do preço. “No Nordeste, a tendência é de queda ao longo dos próximos meses, podendo atingir o mínimo em junho de 2016, conforme viemos projetando desde o início do ano”, disse Sacchi. O PLD da região começou o mês de março em R$ 223,17/MWh, preço 8% abaixo dos R$ 243,41/MWh em que terminou fevereiro.

O Encargo de Serviços para o Sistema - ESS preliminar para março deve totalizar R$ 382 milhões, fechando o ano de 2016 em R$ 2 bilhões, menos da metade do total consolidado no ano passado, que ficou em R$5,6 bilhões. Em relação ao fator de ajuste do MRE (GSF), os dados mostram um comportamento bastante favorável. “O MRE deve apresentar um retorno de 90% de energia alocada no mês de fevereiro. Em março estamos estimando algo em torno de 97,7%. No ano, a estimativa é de 92,7%”, revelou Sacchi.

Entenda o PLD

O PLD é o preço de referência do mercado de curto prazo, utilizado para precificar o que foi gerado e o que foi consumido de energia elétrica por todos os participantes do mercado (que operam no âmbito da CCEE).

A CCEE apura mensalmente o total de energia consumido pelos consumidores que compram no Ambiente de Comercialização Livre -ACL e pelos cativos do Ambiente de Contratação Regulado - ACR. Os contratos negociados no mercado livre, fechados entre o comprador e o vendedor (pelos geradores, comercializadores e consumidores livres e especiais) e pagos bilateralmente, também são registrados na CCEE. Por sua vez, no mercado cativo os contratos são fechados em leilões regulados pelo governo, informações também registradas pela CCEE. Caso haja mais consumo ou geração do que os montantes contratuais registrados, essas diferenças são liquidadas mensalmente no mercado spot (à vista ou de curto prazo, como também é conhecido). Todos os devedores (subcontratados) pagam em igual proporção para os credores (sobrecontratados).

O valor utilizado para este acerto é o Preço da Liquidação das Diferenças – PLD que é calculado semanalmente pela CCEE e, com a Resolução Homologatória ANEEL 2.002/2015 - tem valor teto de R$ 422,56 /MWh e piso de R$30,25/MWh, vigentes a partir da primeira semana operacional de janeiro/2016.

Sobre a CCEE

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE (www.ccee.org.br) é responsável por viabilizar e gerenciar a comercialização de energia elétrica no país, garantindo a segurança e o equilíbrio financeiro deste mercado. A CCEE é uma associação civil sem fins lucrativos, mantida pelas empresas que compram e vendem energia no Brasil. O papel da CCEE é fortalecer o ambiente de comercialização de energia - no ambiente regulado, no ambiente livre e no mercado de curto prazo - por meio de regras e mecanismos que promovam relações comerciais sólidas e justas para todos os segmentos do setor (geração, distribuição, comercialização e consumo).

 



Fonte: Assessoria CCEE
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