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Combustíveis

Busca por convergência de preços é obrigação da Petrobras

24/08/2012 | 14h24

 

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, afirmou que é obrigação da estatal buscar uma convergência de preços nos combustíveis, destacando ainda que não é atributo da companhia a repassagem da volatilidade dos preços internacionais do petróleo diretamente ao mercado.
"Nossa política comercial é de médio e longo prazos. Mas a busca da convergência é permanente, é uma obrigação da Petrobras", disse, ao sair de um evento com empresários em São Paulo na noite de quinta-feira (24).
"Para nós, o importante é (...) buscar a convergência de preços, não a paridade em tempo real, aquela em que aumenta o (petróleo tipo) Brent e imediatamente se repassa ao consumidor", completou.
Sobre o cumprimento das metas traçadas pela Petrobras, Graça Foster disse ver uma economia doméstica favorável, com consumo de derivados muito maior do que o produzido e os planos sobre refinarias mantidos, visando à conclusão das obras "o mais rapidamente possível".
"As coisas estão indo muito bem. A gente olha 2013 também como um ano de arrumação, de organização. Em 2014 e 2015 estaremos deslanchando em volume de óleo", concluiu.

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, afirmou que é obrigação da estatal buscar uma convergência de preços nos combustíveis, destacando ainda que não é atributo da companhia a repassagem da volatilidade dos preços internacionais do petróleo diretamente ao mercado.


"Nossa política comercial é de médio e longo prazos. Mas a busca da convergência é permanente, é uma obrigação da Petrobras", disse, ao sair de um evento com empresários em São Paulo na noite de quinta-feira (24).


"Para nós, o importante é (...) buscar a convergência de preços, não a paridade em tempo real, aquela em que aumenta o (petróleo tipo) Brent e imediatamente se repassa ao consumidor", completou.


Sobre o cumprimento das metas traçadas pela Petrobras, Graça Foster disse ver uma economia doméstica favorável, com consumo de derivados muito maior do que o produzido e os planos sobre refinarias mantidos, visando à conclusão das obras "o mais rapidamente possível".


"As coisas estão indo muito bem. A gente olha 2013 também como um ano de arrumação, de organização. Em 2014 e 2015 estaremos deslanchando em volume de óleo", concluiu.

 



Fonte: Agência Reuters
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