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Tecnologia da Informação

Brasil ocupa a sétima posição no mercado de softwares

22/08/2013 | 17h52

 

Com investimentos que somam US$ 24,9 bilhões - sem contar exportações -, o Brasil passou a ocupar, em 2012, a sétima posição no mercao global de venda de softwares e serviços de Tecnologia da Informação (TI). Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), o país pulou três posições desde 2011, ultrapassando a China, que está em oitavo lugar.
Os setores que mais utilizam os programas desenvolvidos no país são os de finanças (25%), serviços e telecomunicações (24,8%) e indústria (18,6%). Apesar da indústria de óleo e gás ter uma demanda crescente pelos serviços de TI, o setor absorve pouco o volume de programas produzidos: 5,3%.
A pesquisa realizada pela instituição, que possui 1.478 associados, constata também que o Brasil é o maior investidor da América Latina, aplicando em hardware e software o montante de US$ 60,2 bilhões (49,1% do total da região) - enquanto o México investiu US$ 21,0 bilhões; Colômbia US$ 6,5 bilhões e Argentina US$ 7,8 bilhões.

Com investimentos que somam US$ 24,9 bilhões - sem contar exportações -, o Brasil passou a ocupar, em 2012, a sétima posição no mercao global de venda de softwares e serviços de Tecnologia da Informação (TI). Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), o país pulou três posições desde 2011, ultrapassando a China, que está em oitavo lugar.


Os setores que mais utilizam os programas desenvolvidos no país são os de finanças (25%), serviços e telecomunicações (24,8%) e indústria (18,6%). Apesar da indústria de óleo e gás ter uma demanda crescente pelos serviços de TI, que se mostram cada vez mais necessários para aumentar a eficiência, a produtividade e a segurança de projetos, o setor absorve pouco o volume de programas produzidos: 5,3%.


A pesquisa realizada pela instituição, que possui 1.478 associados, constata também que o Brasil é o maior investidor da América Latina, aplicando em hardware e software o montante de US$ 60,2 bilhões (49,1% do total da região) - enquanto o México investiu US$ 21,0 bilhões; Colômbia US$ 6,5 bilhões e Argentina US$ 7,8 bilhões.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação
Autor: Karolyna Gomes
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