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Bolsa anuncia Ibovespa

12/09/2013 | 08h36

 

O valor de mercado das ações em circulação será o principal fator de ponderação dos papéis que farão parte do Ibovespa, de acordo com a nova metodologia de cálculo do principal índice do mercado acionário brasileiro, divulgada ontem à noite pela BM&FBovespa.
Valor de mercado guiará novo Ibovespa
As mudanças serão adotadas em duas fases: na primeira, válida para o índice em vigor de janeiro a abril de 2014, a carteira será calculada pela fórmula atual e pela nova metodologia. A partir de maio, valerá apenas o novo cálculo. O comunicado cita também alterações nos critérios de inclusão e exclusão na carteira. As chamadas "penny stocks" - ações cujo valor unitário é inferior a R$ 1,00 - foram excluídas.
A bolsa também elevou o limite de risco para empréstimos de ações da OGX, atualmente em 618 milhões de ações (cerca de 41% do total em circulação, "free float"), para 50% do "free float" (aproximadamente 750 milhões de ações). Além disso, se o novo limite for atingido novamente, não será permitida a realização de novos contratos de aluguel ou a termo de OGX, exceto para rolagem de posições pré-existentes, nem a abertura de novas posições com opções da companhia.

O valor de mercado das ações em circulação será o principal fator de ponderação dos papéis que farão parte do Ibovespa, de acordo com a nova metodologia de cálculo do principal índice do mercado acionário brasileiro, divulgada ontem à noite pela BM&FBovespa.


Valor de mercado guiará novo Ibovespa


As mudanças serão adotadas em duas fases: na primeira, válida para o índice em vigor de janeiro a abril de 2014, a carteira será calculada pela fórmula atual e pela nova metodologia. A partir de maio, valerá apenas o novo cálculo. O comunicado cita também alterações nos critérios de inclusão e exclusão na carteira. As chamadas "penny stocks" - ações cujo valor unitário é inferior a R$ 1,00 - foram excluídas.


A bolsa também elevou o limite de risco para empréstimos de ações da OGX, atualmente em 618 milhões de ações (cerca de 41% do total em circulação, "free float"), para 50% do "free float" (aproximadamente 750 milhões de ações). Além disso, se o novo limite for atingido novamente, não será permitida a realização de novos contratos de aluguel ou a termo de OGX, exceto para rolagem de posições pré-existentes, nem a abertura de novas posições com opções da companhia.



Fonte: Valor Econômico
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