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Energia elétrica

Boas notícias em 2015 e 2016, segundo PCHs ANEEL

12/02/2016 | 16h00

Os dados informam que durante o período foram analisadas 17 PCHS, e outras125 estão aptas à outorga, totalizando 142 projetos PCHs que incorporarão novos de 1.654,10 MW.

Ainda segundo o relatório da SCG ANEEL, comparando com anos anteriores, em 2014 foram 189 as PCHs outorgadas; em 2013 foram 124 e em 2012 apenas 68, sendo possível perceber um crescimento do setor e na procura por essa fonte de geração de energia.

Dentre os estados de maior destaque quanto ás PCHs disponibilizadas para outorga em 2015, estão Paraná com 24 PCHs, Mato Grosso com 22, Rio Grande do Sul com 16, Minas Gerais com 15 e Santa Catarina com 14.

Além das 142 PCHS colocadas na posição de aptas à outorga foram analisados o espantoso número de 214 estudos, dos quais destes 103 resultaram em empreendimentos que foram reenquadrados como CGH (<3MW), 89 Projetos Básicos foram hierarquizados em 2º lugar ou inativados.

Ainda de acordo com o relatório, existem 537 estudos em análise ou a serem analisados. Destes 471 projetos aguardam o recebimento pela ANEEL do seu sumário executivo, até novembro de 2016, que segundo a legislação é a data limite a partir da qual os projetos básicos serão considerados como inativos por desistência. Outros 66 estudos são sumários já apresentados de acordo com a nova resolução 673/15; que análise com finalização até junho de 2016.

Para o presidente da ABRAPCH e do Grupo Enercons, Ivo Pugnaloni, o desemprenho da SCG em 2015 de 1654,10 MW, liberou para o país mais do que duas novas turbinas de Itaipu. “São estudos e projetos totalmente financiados pela iniciativa provada, por investidores que acreditaram ns palavras da Presidente da República e dos Ministros de Estado, e nos compromissos firmados pelo Brasil quanto ao estímulo a todas as fontes renováveis. São usinas sem nem um impacto ambiental significativo, que injetarão na economia novos R$ 13,1 bilhões, quantia que irá fortalecer a economia dos Estados e beneficiar a cadeia de fornecedores, com integral domínio tecnológico nacional na fabricação de equipamentos. Falta agora haver tratamento econômico nos leilões pois os preços até bem pouco tempo eram inviáveis. Como projetistas, investidores, consultores e fabricantes, só podemos nos congratular com a SCG/ANEEL e esperar que a Agência também participe do processo de fixação de preços do leilão já que essa é sua atribuição no caso dos preços da energia consumida e de seu transporte”, finaliza Ivo Pugnaloni.



Fonte: Abrapch/Redação
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