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BNDES: lucro de R$ 1,6 bilhão no 1º trimestre

16/05/2016 | 13h04

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 1,598 bilhão no primeiro trimestre de 2016, resultado semelhante ao do primeiro trimestre de 2015 (R$ 1,585 bilhão). O principal fator positivo foi o aumento do resultado bruto de intermediação financeira, que alcançou R$ 5,661 bilhões, 31,5% superior ao registrado em 2014.

Outros fatores de destaque foram a manutenção da baixa taxa de inadimplência, de 0,23%, bem inferior à média do Sistema Financeiro Nacional (SFN), de 3,55%, refletindo, mais uma vez, a boa qualidade da carteira de crédito do Banco; e o índice de Basileia, que atingiu 15,5% em 31 de março de 2015, situação confortável diante dos 10,5% exigidos pelo Banco Central e superior à apresentada em dezembro do ano passado, de 14,7%.

Contrapondo o bom desempenho do Banco na carteira de renda fixa e tesouraria, o resultado com participações societárias foi negativo, apresentando um prejuízo de R$ 22 milhões, embora inferior ao apurado no trimestre anterior de R$ 373 milhões. A despesa com provisão para risco de crédito foi de R$ 871 milhões, ante os R$ 393 milhões no mesmo trimestre do exercício anterior.

O aumento da despesa refletiu o ciclo econômico atual, que resultou na revisão da classificação de risco das empresas em geral, sem concentrações em companhias ou setores específicos. Quanto à inadimplência, considerados apenas os créditos vencidos há mais de 90 dias (critério utilizado para cálculo da média pelo SFN), o nível cai para apenas 0,11%.

Para o BNDES é de grande importância garantir a qualidade de sua carteira, tendo em vista que, além de ser um banco público, o retorno de suas operações representa o principal funding para concessão de financiamentos a novos projetos de investimento. Em 2016, o retorno das operações do Banco representou mais de 90% dos recursos desembolsados no trimestre.

Patrimônio líquido – O patrimônio líquido do Sistema BNDES totalizou R$ 37 bilhões em março de 2016, superior aos R$ 31 bilhões de dezembro de 2015. O patrimônio de referência (base regulatória que determina a capacidade de financiamento) atingiu R$ 105,2 bilhões em março de 2016, superior em 10,8% aos R$ 95 bilhões de 2015.

Esse aumento decorreu do lucro do trimestre de R$ 1,6 bilhão e da valorização de R$ 4,4 bilhões (líquida de tributos) das participações societárias em empresas não coligadas, no trimestre.

BNDESPAR – A BNDESPAR apurou um prejuízo de R$ 1,8 bilhão no primeiro trimestre de 2016, contra um resultado negativo de R$ 0,9 bilhão no mesmo período de 2015. O desempenho no trimestre foi efeito direto do resultado do impairment na Petrobras de R$ 2,6 bilhões (R$ 1,7 bilhão líquido de tributos). Sem o efeito do impairment, a BNDESPAR teria registrado prejuízo de R$ 149 milhões.

Importante ressaltar que o impairment das ações da Petrobras não gerou impacto em seu fluxo de caixa nem em sua posição patrimonial, dado que os ajustes de avaliação patrimonial da carteira de títulos disponíveis para venda são reconhecidas mensalmente no ativo e patrimônio líquido.

Posição financeira – O ativo total alcançou R$ 69,4 bilhões em março de 2016, superior aos R$ 67,3 bilhões de dezembro de 2015, como reflexo do aumento da carteira de participações societárias.

A carteira de participações societárias totalizou R$ 48,8 bilhões em março de 2016, superior aos R$ 46,3 bilhões em dezembro de 2015, resultado da valorização das ações no período. O patrimônio líquido da BNDESPAR totalizou R$ 63,4 bilhões em março de 2016, superior aos R$ 61,4 bilhões de dezembro de 2015, em razão da contrapartida dos ganhos obtidos com a valorização de ações em empresas não coligadas.



Fonte: Assessoria/Redação
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