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BNDES lucra R$ 9 bilhões em 2011

27/02/2012 | 11h34
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou lucro líquido de R$ 9 bilhões em 2011. O resultado bruto (antes da tributação e de despesas administrativas) foi influenciado pelo bom desempenho das carteiras de crédito e de renda variável, que contribuíram com 94% para a formação do lucro. A carteira de tesouraria também teve impacto positivo, respondendo por 6% do resultado do Banco no ano passado.

De acordo com o banco, a redução do lucro líquido em relação ao de 2010 (R$ 9,9 bilhões), de 8,7%, deveu-se principalmente aos elevados valores de recuperação de crédito em 2010, de R$ 2,3 bilhões. O que contribuiu para que a receita com reversão de provisão para risco de crédito daquele ano superasse em R$ 2,1 bilhões o valor obtido com reversão de provisão no ano passado.

O bom desempenho com operações de renda variável do Sistema BNDES fez com que o resultado bruto saísse de R$ 6,4 bilhões em 2010 para R$ 6,8 bilhões em 2011. O aumento ocorreu, principalmente, em função do acréscimo de R$ 1,9 bilhão na receita com dividendos e juros sobre o capital próprio, que totalizou R$ 4,2 bilhões no exercício de 2011.

Já o valor obtido com alienação de investimentos (venda de ações), importante componente do resultado bruto de participações societárias, apresentou redução de R$ 1,5 bilhão em 2011, influenciado pelas condições desfavoráveis do mercado de capitais, notadamente a partir do segundo semestre do ano passado.

O resultado bruto das operações de Tesouraria do Banco diminuiu R$ 700 milhões, passando de um ganho de R$ 1,6 bilhão em 2010 para R$ 900 milhões em 2011, reflexo principalmente da monetização de recursos para aplicação na Carteira de Crédito e Repasses.


Posição financeira

O patrimônio líquido do sistema BNDES totalizou R$ 61 bilhões, correspondendo a um Patrimônio de Referência (PR) de R$ 99 bilhões, superior aos R$ 83,1 bilhões obtidos em 31 de dezembro de 2010. O crescimento do PR resultou de aumento de capital da ordem de R$ 6,4 bilhões realizado no primeiro trimestre, o qual alavanca o PR em até R$ 12,8 bilhões.

O patrimônio de referência é a base utilizada pelo Banco Central para definir limites prudenciais que devem ser seguidos por todas as instituições financeiras. Quanto maior for o patrimônio de referência do BNDES, maior sua capacidade de conceder financiamento.

O índice de adequação de capital (Índice da Basiléia) registrado pelo sistema BNDES foi de 20,6%. Isso significa que para cada R$ 100 financiados, o Banco possui 20,6% de patrimônio, uma situação confortável em relação aos 11% exigidos pelo Banco Central.

O BNDES conseguiu atingir um desempenho financeiro compatível com suas atividades de banco de desenvolvimento, alcançando uma carteira de crédito de cerca de R$ 426 bilhões em 31 de dezembro de 2011, representando 20,8% da oferta total de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Na mesma data, 83,1% (88,5% em 31/12/10) do saldo de operações de crédito estão classificados no longo prazo.

A inadimplência do BNDES representou 0,14% da carteira total no ano passado, abaixo da média do SFN, de 3,6% em igual período. A qualidade da carteira do Banco é demonstrada pelo seu perfil de risco de crédito: 98,7% do total dos créditos concedidos estavam classificados entre os níveis de risco AA e C em 31 de dezembro de 2011, bem acima da média do Sistema Financeiro Nacional.

A baixa inadimplência e o perfil de crédito refletem a consistência das políticas operacionais. O Banco busca compatibilizar taxas de juros reduzidas com a preservação do patrimônio público por meio de contínuo acompanhamento dos créditos e garantias que cubram a posição devedora ao longo da vida dos contratos.

Os ativos totais do Sistema BNDES somaram R$ 625 bilhões em 31 de dezembro de 2011, apresentando crescimento de R$ 75,8 bilhões (13,8%) em relação a 31 de dezembro de 2010.


Fonte: BNDES
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