Economia

Balança comercial tem pior novembro em 12 anos

Houve déficit de US$ 186 milhões no mês passado.

Agência Brasil
03/12/2012 17:22
Balança comercial tem pior novembro em 12 anos Imagem: Depositphotos/Keystone Visualizações: 522

 

Balança comercial tem pior novembro em 12 anos
03/12/2012 - 16h42
Economia
Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O resultado da balança comercial brasileira em novembro é o pior para o mês em 12 anos. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a balança registrou déficit de US$ 186 milhões no mês passado. Antes, o resultado mais fraco para o período tinha sido registrado em novembro de 2000, quando houve déficit de US$ 658 milhões. O pior resultado deste ano foi o de janeiro, com saldo negativo de US$ 1,3 bilhão.
Segundo a secretária de Comércio Exterior do ministério, Tatiana Prazeres, o resultado representa "equilíbrio". "Foi um ligeiro déficit de US$ 186 milhões. O déficit em janeiro foi muito maior", disse ela. De acordo com a secretária, 2011 foi um ano recorde para exportações, importações e superávit comercial. Neste ano, destacou, a balança sofre os efeitos da crise internacional. "Nos dois últimos meses [de 2011], já verificamos impacto da crise com ligeira queda da média diária, a partir do mês de outubro", destacou.
Tatiana ressaltou que houve aumento das importações de combustíveis no mês passado. Elas cresceram 125% frente a outubro, enquanto os gastos com petróleo aumentaram 311% na comparação com o mesmo mês. Segundo Tatiana, o aumento do volume dessas compras contribuiu para o déficit da balança. Ela atribuiu a intensificação das importações aos efeitos da Instrução Normativa 1282 da Receita Federal, que regulamenta as compras de cargas a granel e foi publicada em julho deste ano.
A secretária de Comércio Exterior disse ainda que o crescimento das importações em novembro frente a outubro reflete sazonalidade do período, em razão das compras de Natal e da aquisição de bens de consumo não duráveis. As exportações cresceram 3,5% em novembro na comparação com outubro, e as importações, 13%. Paralelamente, exportações e importações caíram na comparação com novembro do ano passado, respectivamente 6% e 2,6%.

O resultado da balança comercial brasileira em novembro é o pior para o mês em 12 anos. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a balança registrou déficit de US$ 186 milhões no mês passado. Antes, o resultado mais fraco para o período tinha sido registrado em novembro de 2000, quando houve déficit de US$ 658 milhões. O pior resultado deste ano foi o de janeiro, com saldo negativo de US$ 1,3 bilhão.


Segundo a secretária de Comércio Exterior do ministério, Tatiana Prazeres, o resultado representa "equilíbrio". "Foi um ligeiro déficit de US$ 186 milhões. O déficit em janeiro foi muito maior", disse ela. De acordo com a secretária, 2011 foi um ano recorde para exportações, importações e superávit comercial. Neste ano, destacou, a balança sofre os efeitos da crise internacional. "Nos dois últimos meses [de 2011], já verificamos impacto da crise com ligeira queda da média diária, a partir do mês de outubro", destacou.


Tatiana ressaltou que houve aumento das importações de combustíveis no mês passado. Elas cresceram 125% frente a outubro, enquanto os gastos com petróleo aumentaram 311% na comparação com o mesmo mês. Segundo Tatiana, o aumento do volume dessas compras contribuiu para o déficit da balança. Ela atribuiu a intensificação das importações aos efeitos da Instrução Normativa 1282 da Receita Federal, que regulamenta as compras de cargas a granel e foi publicada em julho deste ano.


A secretária de Comércio Exterior disse ainda que o crescimento das importações em novembro frente a outubro reflete sazonalidade do período, em razão das compras de Natal e da aquisição de bens de consumo não duráveis. As exportações cresceram 3,5% em novembro na comparação com outubro, e as importações, 13%. Paralelamente, exportações e importações caíram na comparação com novembro do ano passado, respectivamente 6% e 2,6%.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Parceria
MME promove nova rodada de debate sobre a Estratégia Nac...
09/06/26
Etanol
Preço do hidratado cai pela 2ª semana consecutiva
09/06/26
BOGE 2026
Smart Control ganha destaque na Bahia Oil & Gas Energy 2...
08/06/26
Investimentos
Mar aberto para o crescimento: investimentos impulsionam...
08/06/26
Transmissão
ENGIE lidera projeto de tecnologia inédito e investe R$ ...
08/06/26
Aviação
O Brasil pode se tornar uma potência em SAF
08/06/26
Etanol
Mercado de etanol encerra a primeira semana de junho pre...
08/06/26
BRANDED CONTENT
Complexo de Energias Boaventura impulsiona o futuro ener...
05/06/26
PPSA
CNOOC e Petrochina arrematam cargas de Atapu e de Bacalh...
05/06/26
Descomissionamento
Ecovix e Gerdau finalizam desmontagem da plataforma P-32...
04/06/26
Biometano
Gás Verde e Knauf fecham parceria para fornecimento de b...
04/06/26
BOGE 2026
Mayekawa do Brasil presente na Bahia Oil & Gas Energy
03/06/26
Meio Ambiente
TIM amplia geração própria de energia renovável e usa in...
03/06/26
Investimento
Projeto de coleta de óleos e gorduras residuais irá rece...
03/06/26
BOGE 2026
WIKA apresenta soluções para medição e controle de proce...
03/06/26
Etanol
Brasil pode mais que dobrar produção de etanol até 2040 ...
03/06/26
GLP
Posicionamento do Sindigás sobre reunião da Diretoria Co...
03/06/26
Combustíveis
Petrobras aprova adesão à nova subvenção econômica e pre...
03/06/26
Resultado
Com 5,640 milhões de barris de óleo equivalente por dia ...
02/06/26
BOGE 2026
Bahia Oil & Gas Energy encerra edição histórica e projet...
02/06/26
Bolsa de Valores
Com mercado volátil, ações de petróleo, combustíveis e g...
02/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25