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Gás natural

Assembleia Legislativa debate utilização do gás natural em MT

27/03/2019 | 16h48

Ronilson Rondon Barbosa, da Comissão de Direito de Energia da OAB/MT, e Luiz Flávio Blanco, graduado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2006). Concluiu o módulo de Garantia dos Administrados, Servidores Públicos, Poder de Polícia, do curso de especialização em Direito Administrativo, pela PUC/SP. É especialista em Direito Penal Econômico e Europeu pela Universidade de Coimbra, em Portugal; em Direito Penal e Processual Penal pela Escola Paulista de Direito; e em Direito Administrativo pela Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso, e em Direito Empresarial, Consumidor e Negocial na Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso. É professor universitário e leciona em cursos jurídicos no Mato Grosso. É mestre em Direito Agroambiental pela Universidade Federal do Mato Grosso. Representante de uma rede de postos de combustível em Cuiabá.

De acordo com informações da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager), o gás natural chegou em Mato Grosso pelo Gasoduto Lateral Cuiabá, com 267 km (referente ao trecho em território brasileiro) de extensão, ligando o trecho boliviano do Gasoduto Bolívia-Brasil (GASBOL) a Cuiabá, passando por San Matias (Bolívia), e no Brasil, pelas cidades de Cáceres, Nossa Senhora do Livramento, Poconé e Várzea Grande.

Seu diâmetro é de 18 polegadas e a capacidade de transporte de 2,8 milhões m3/dia. O gasoduto iniciou sua operação em agosto de 2001 e pertencia a um consórcio formado por três empresas.



Fonte: Mato Grosso Mais, 27/03/2019
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