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Mercado de Ações

Apostas em Petrobras e Vale ganham impulso

04/08/2014 | 09h55

 

Com ganhos da ordem de 10% em julho, as "blue chips" Petrobras e Vale voltaram a figurar entre as preferências de corretoras na Carteira Valor de agosto, com quatro indicações cada, duas a mais que em julho. As ações da estatal têm conseguido maior espaço nas recomendações por conta da influência de pesquisas eleitorais, com o mercado enxergando o crescimento da oposição na disputa presidencial como um fator positivo para o desempenho futuro da empresa.
A Ativa Corretora incluiu as ações da Petrobras no portfólio com uma visão mais de curto prazo, por conta de sua resposta à questão eleitoral. Mas o analista Claudio Duhau diz que a companhia tem um potencial muito grande de longo prazo e assinala que o crescimento da produção, estimado pela Ativa em cerca de 6% neste ano, pode ajudar os investidores a vislumbrarem um desempenho melhor das ações da empresa. Ainda assim, ele ressalta que a Petrobras enfrenta dois problemas principais, relativos a ingerência política e endividamento.
Já a Votorantim Corretora afirma, em relatório, que ainda tem uma visão de curto prazo negativa para a companhia dadas as questões operacionais, porém diz que continua a acreditar em sua capacidade operacional de longo prazo. A casa tem mantido os papéis da estatal em carteira ininterruptamente desde abril.
A Ativa adicionou as ações da Vale entre as recomendações deste mês, de olho nos fundamentos da mineradora, mas também nos preços descontados em bolsa. "É um investimento de longo prazo. A empresa tem um potencial de crescimento muito grande e um posicionamento de mercado muito bom", afirma Duhau, que elogia a gestão e o foco operacional da companhia, em meio a um trabalho de corte de custos.
Na área educacional, os papéis da Estácio Participações e da Kroton receberam quatro votos cada. A volta da segunda empresa à Carteira chama atenção, dado o forte desempenho ao longo do ano, com alta de quase 60% das ações. Os ganhos de sinergia da fusão com a Anhanguera continuam no radar de corretoras como a Bradesco, que vê potencial ainda de abertura de novos campi e centros de ensino, que devem sustentar o nível de crescimento numa taxa elevada. Dentre os riscos, contudo, está a venda da Uniasselvi - exigida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) - por um preço abaixo das estimativas.
Duhau, da Ativa, diz que colocou as ações da Kroton no portfólio não só de olho no potencial de expansão do setor de educação e nas sinergias da fusão, mas também por ser uma opção considerada mais defensiva.
A tese da proteção também é utilizada pelo analista Ricardo Kim, da XP Investimentos, para justificar a manutenção dos papéis da Estácio no portfólio de agosto. "Olhando para o cenário macro, gostamos do setor de educação, ainda mais num ambiente volátil, em que se busca essa posição um pouco mais defensiva", comenta.
Kim ainda ressalta que as empresas do segmento educacional tiveram bons resultados de captação de alunos no primeiro trimestre e assinala que a Estácio tem reportado números fortes e consistentes.
Essa postura mais defensiva tem inclusive contagiado as apostas de forma geral no mercado acionário, avalia o analista da XP Investimentos, diante das oscilações geradas pelo fator eleitoral, com movimentos difíceis de serem previstos.
Para a Ativa Corretora, o recente rali da bolsa não foi pautado por melhorias dos fundamentos econômicos, o que traz "riscos de severos ajustes pós-eleições em caso de um resultado desfavorável".
A última integrante da Carteira Valor de agosto é a BRF, cujas ações retornam ao portfólio após três meses de ausência. A Votorantim Corretora foi uma das três casas que selecionaram os papéis neste mês. A percepção é de que a empresa poderá apresentar dados operacionais positivos no balanço do segundo trimestre, em meio à virada promovida pela gestão. Há ainda a expectativa de que a BRF mostre mais ganhos de sinergia a partir do segundo semestre deste ano que, combinados com um cenário mundial favorável para grãos, poderá gerar melhores resultados, aponta a equipe da Votorantim, em relatório.

Com ganhos da ordem de 10% em julho, as "blue chips" Petrobras e Vale voltaram a figurar entre as preferências de corretoras na Carteira Valor de agosto, com quatro indicações cada, duas a mais que em julho. As ações da estatal têm conseguido maior espaço nas recomendações por conta da influência de pesquisas eleitorais, com o mercado enxergando o crescimento da oposição na disputa presidencial como um fator positivo para o desempenho futuro da empresa.

A Ativa Corretora incluiu as ações da Petrobras no portfólio com uma visão mais de curto prazo, por conta de sua resposta à questão eleitoral. Mas o analista Claudio Duhau diz que a companhia tem um potencial muito grande de longo prazo e assinala que o crescimento da produção, estimado pela Ativa em cerca de 6% neste ano, pode ajudar os investidores a vislumbrarem um desempenho melhor das ações da empresa. Ainda assim, ele ressalta que a Petrobras enfrenta dois problemas principais, relativos a ingerência política e endividamento.

Já a Votorantim Corretora afirma, em relatório, que ainda tem uma visão de curto prazo negativa para a companhia dadas as questões operacionais, porém diz que continua a acreditar em sua capacidade operacional de longo prazo. A casa tem mantido os papéis da estatal em carteira ininterruptamente desde abril.

A Ativa adicionou as ações da Vale entre as recomendações deste mês, de olho nos fundamentos da mineradora, mas também nos preços descontados em bolsa. "É um investimento de longo prazo. A empresa tem um potencial de crescimento muito grande e um posicionamento de mercado muito bom", afirma Duhau, que elogia a gestão e o foco operacional da companhia, em meio a um trabalho de corte de custos.

Na área educacional, os papéis da Estácio Participações e da Kroton receberam quatro votos cada. A volta da segunda empresa à Carteira chama atenção, dado o forte desempenho ao longo do ano, com alta de quase 60% das ações. Os ganhos de sinergia da fusão com a Anhanguera continuam no radar de corretoras como a Bradesco, que vê potencial ainda de abertura de novos campi e centros de ensino, que devem sustentar o nível de crescimento numa taxa elevada. Dentre os riscos, contudo, está a venda da Uniasselvi - exigida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) - por um preço abaixo das estimativas.

Duhau, da Ativa, diz que colocou as ações da Kroton no portfólio não só de olho no potencial de expansão do setor de educação e nas sinergias da fusão, mas também por ser uma opção considerada mais defensiva.

A tese da proteção também é utilizada pelo analista Ricardo Kim, da XP Investimentos, para justificar a manutenção dos papéis da Estácio no portfólio de agosto. "Olhando para o cenário macro, gostamos do setor de educação, ainda mais num ambiente volátil, em que se busca essa posição um pouco mais defensiva", comenta.

Kim ainda ressalta que as empresas do segmento educacional tiveram bons resultados de captação de alunos no primeiro trimestre e assinala que a Estácio tem reportado números fortes e consistentes.
Essa postura mais defensiva tem inclusive contagiado as apostas de forma geral no mercado acionário, avalia o analista da XP Investimentos, diante das oscilações geradas pelo fator eleitoral, com movimentos difíceis de serem previstos.

Para a Ativa Corretora, o recente rali da bolsa não foi pautado por melhorias dos fundamentos econômicos, o que traz "riscos de severos ajustes pós-eleições em caso de um resultado desfavorável".

A última integrante da Carteira Valor de agosto é a BRF, cujas ações retornam ao portfólio após três meses de ausência. A Votorantim Corretora foi uma das três casas que selecionaram os papéis neste mês. A percepção é de que a empresa poderá apresentar dados operacionais positivos no balanço do segundo trimestre, em meio à virada promovida pela gestão. Há ainda a expectativa de que a BRF mostre mais ganhos de sinergia a partir do segundo semestre deste ano que, combinados com um cenário mundial favorável para grãos, poderá gerar melhores resultados, aponta a equipe da Votorantim, em relatório.



Fonte: Valor Econômico
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