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Rio Oil & Gas 2014

ANP: Brasil poderá se tornar exportador de petróleo a partir de 2018

16/09/2014 | 06h43

 

 

A diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, afirmou, na abertura da Rio Oil&Gas 2014, no Rio de Janeiro, que, se as expectativas de aumento da capacidade da produção de petróleo se confirmarem, o Brasil se tornará um exportador de petróleo cru a partir de 2018, com produção de 1,5 milhão a 2 milhões de barris/dia. O volume representará aumento de US$ 50 bilhões a US$ 65 bilhões na balança comercial brasileira.

 

Atualmente, o país produz 2,2 bilhões de barris de petróleo (óleo e gás natural), mas a entrada em operação das reservas já descobertas nas áreas do pré-sal deve dobrar essa capacidade entre 2020 e 2022.“Se a previsão de produção se confirmar, em torno de 2018 a 2020, vamos estar exportando de 1,5 milhão a 2 milhões de barris de petróleo por dia“.

 

 A diretora-geral da ANP confia nos resultados previstos e afirmou que a ANP tem trabalhado para diversificar novas fronteiras de exploração. Magda citou o estudo apresentado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no qual estariam previstos investimentos de R$ 488 bilhões no setor de Oil&Gas entre 2014 e 2017. “É um número imenso se comparado a investimentos de qualquer setor em qualquer país no mundo”, considerou.

 

 Margem leste - Chambriard disse ainda que a Agência tem se concentrado na avaliação dos estudos ambientais e geológicos da margem leste brasileira, uma área que vai dos estados do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte. Segundo ela, as primeiras avaliações foram boas e a ANP trabalha para que essa fronteira possa ser inclusa na 13ª Rodada de Licitações, prevista para o primeiro semestre de 2015.

 

“Temos trabalhado com essa 13ª Rodada há bastante tempo. Já encaminhamos as áreas para estudo do Ministério de Minas e Energia. Ela é absolutamente necessária porque o potencial do Brasil vai muito além das áreas já licitadas”.

 

 

Conteúdo local - A diretora-geral da ANP defendeu também a política de conteúdo local estabelecida pelo governo brasileiro. Classificou os avanços obtidos nos últimos 10 anos como uma “primeira fase” e considerou que a indústria naval brasileira será reconhecida mundialmente em breve.

 

“São plataformas, sondas de perfuração, cascos, etc. Isso é uma conquista muito grande de encomendas que reforçam o benefício dessa política”, avaliou. Magda observou que a capacidade de vários estaleiros brasileiros está sendo ampliada e citou a instalação de novos equipamentos como um fato que possibilita o aumento da eficiência e potencial da indústria naval.

 

“Equipamentos submarinos, por exemplo, já estamos construindo e estamos a um passo de sermos exportadores. Isso significa que temos preço, prazo e qualidade”.

 

 

 

Assessoria de Imprensa Rio Oil&Gas Expo and Conference



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