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Empresas

Alcoa cobra solução para fornecimento de energia

14/06/2012 | 14h14
O presidente da Alcoa para o Brasil e a América Latina, Franklyn Feder, afirmou que, apesar de ter suspendido por enquanto os planos de cortar a produção de alumínio no país, a companhia “não pode esperar” por soluções de longo prazo para o elevado custo da energia no país.

Ele aguarda há cerca de dez anos pela liberação de duas licenças prévias para a construção de hidrelétricas que elevariam a produção de energia da Alcoa à autossuficiência. A liberação das licenças foi um dos assuntos tratados entre Feder e a presidente Dilma Rousseff em reunião há cerca de duas semanas.

No entanto, o presidente da Alcoa lembrou que os projetos levam em média de cinco a sete anos para serem desenvolvidos. “A gente não aguenta esperar sete anos. Conversamos [com Dilma] sobre soluções de curto e de médio prazo”, disse. Ele diz estar confiante de que a presidente encontrará uma solução para os custos da energia, embora não tenha demonstrado qual seria o caminho.

“Temos uma presidente determinada, que entende de energia e que vai tomar as medidas necessárias”, acredita. Ele participou do fórum de Criatividade para Inovação, promovido pela Confederação Internacional de Comércio (ICC, na sigla em inglês), como parte dos eventos da Rio+20.

Ele acredita que a presidente vai fazer pelo preço da energia o mesmo esforço que tem feito pela redução da taxa de juros. Feder disse que o Brasil tem a energia mais cara de todas as operações da Alcoa no mundo.

As usinas hidrelétricas cujas licenças ambientais são aguardadas pela companhia e pelos consórcios com quem entrou nos negócios são Pai Querê, no Rio Grande do Sul, e de Santa Isabel, no rio Araguaia, na divisa entre Tocantins e Pará.

O presidente da Alcoa disse que o Brasil teria tudo para ser um bom mercado para o alumínio, mas está deixando de ser, devido aos elevados custos, mesmo tendo hidroeletricidade, grande reserva de bauxita e um mercado interno em crescimento.


Fonte: Valor Econômico
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