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Internacional

Água contaminada é transferida de Fukushima de forma errada

14/04/2014 | 14h43

 

Cerca de 203 toneladas de água altamente radioativa da Central Nuclear de Fukushima, no Japão, foram transferidas para instalações que não estavam preparadas para receber, informa comunicado da central.
A água contaminada foi extraída por quatro bombas "que não deviam estar funcionando" e enviadas para o porão central, em vez de ser encaminhada aos tanques especialmente preparados para esse fim,  disse o porta-voz da Tokyo Electric Power (Tepco), a operadora de Fukushima.
A empresa descartou o risco de contaminação da água que é transferida para fora das instalações da Central de Fukushima Daiichi, que também atinge o Oceano Pacífico, disse o porta-voz.
Esse último incidente ocorre depois de a Tepco ter anunciado, no sábado (12), que o nível de radioatividade de um vazamento de água contaminada, em 2013, acabou sendo 3,5 vezes maior do que o estimado inicialmente.
O principal desafio dos milhares de técnicos que trabalham diariamente em Fukushima é conseguir gerir a enorme quantidade de água contaminada que se acumula nos depósitos e porões dos reatores afetados.

Cerca de 203 toneladas de água altamente radioativa da Central Nuclear de Fukushima, no Japão, foram transferidas para instalações que não estavam preparadas para receber, informa comunicado da central.
A água contaminada foi extraída por quatro bombas "que não deviam estar funcionando" e enviadas para o porão central, em vez de ser encaminhada aos tanques especialmente preparados para esse fim,  disse o porta-voz da Tokyo Electric Power (Tepco), a operadora de Fukushima.

A empresa descartou o risco de contaminação da água que é transferida para fora das instalações da Central de Fukushima Daiichi, que também atinge o Oceano Pacífico, disse o porta-voz.

Esse último incidente ocorre depois de a Tepco ter anunciado, no sábado (12), que o nível de radioatividade de um vazamento de água contaminada, em 2013, acabou sendo 3,5 vezes maior do que o estimado inicialmente.

O principal desafio dos milhares de técnicos que trabalham diariamente em Fukushima é conseguir gerir a enorme quantidade de água contaminada que se acumula nos depósitos e porões dos reatores afetados.

 



Fonte: Agência Brasil
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