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Pré-Sal

Abenav está de olho em US$ 150 bilhões do pré-sal

19/08/2010 | 16h19
Pela primeira vez, uma entidade é criada com o objetivo específico de atendimento às encomendas a serem geradas pelo pré-sal. Trata-se da Associação Brasileira das Empresas de Construção Naval e Offshore (Abenav). A entidade é presidida por Augusto Mendonça, que é vice-presidente do Sindicato da Construção Naval (Sinaval); e o presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha, é vice da Abenav. Mendonça afirma que a entidade foi criada para ajustar a indústria no atendimento às bilionárias encomendas do pré-sal e explica:


- Do Sinaval só podem participar estaleiros. Mas na Abenav podem se sentar usinas de aço, empresas que vendem de parafusos a guindastes. Será um fórum para mantermos no Brasil o máximo de participação nas obras e encomendas o pré-sal. Temos de ser competitivos e isso só ocorrerá se toda a cadeia de suprimento for competitiva, ou seja, temos de comprar materiais e equipamentos a bons preços.


Cita que há um componente político, pois, quanto mais comprar internamente, mais respaldo político haverá para os estaleiros. Industriais de diversos setores vão ser contatados, para se associar à Abenav, para que haja um trabalho conjunto. "Será um fórum na sala ao lado do Sinaval", diz. Segundo Mendonça, o pré-sal pode garantir mercado para estaleiros e fornecedores por 30 a 40 anos. Lembra que as reservas estão estimadas em 100 bilhões de barris, o que é o dobro do Mar do Norte e três vezes a Bacia de Campos.


- Esperamos encomendas de 35 plataformas, o que representa US$ 150 bilhões - sem falar em 28 navios-sonda e quase 200 barcos de apoio, a serem encomendados no país.


Fonte: Monitor Mercantil
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