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Internacional

A exemplo dos Estados Unidos, União Europeia aprova mais sanções ao Irã

18/06/2010 | 08h30

A exemplo dos Estados Unidos e do Conselho de Segurança das Nações Unidas, a União Europeia (UE) aprovou ontem  (17) a imposição de uma série de sanções ao Irã. As medidas atingem as operações bancárias e as áreas de transportes, seguro, gás e petróleo. A proposta com as sanções foi sugerida pela Alemanha e pela França. As restrições europeias entrarão em vigor nas próximas semanas. As informações são da agência oficial de notícias da Argentina, Telam.

 

As sanções extras impostas hoje pela União Europeia, segundo especialistas, devem atingir principalmente a exportação de petróleo do Irã. Quinto maior exportador mundial de petróleo, o país dispõe de limitada capacidade de refino. As medidas reforçam e ampliam as restrições, aprovadas na semana passada, nas Nações Unidas.

 

Os líderes europeus vão buscar a adesão do restante da comunidade internacional no final do mês. Durante a reunião do G20 – grupo dos países mais ricos do mundo – em Toronto, no Canadá, os europeus farão a sugestão aos demais líderes mundiais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai participar das reuniões e é contrário à imposição de sanções ao Irã.

 

O Brasil e a Turquia foram os dois países que votaram contra as sanções ao Irã, no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Os Estados Unidos e mais 11 países foram favoráveis às medidas restritivas, enquanto o Líbano se absteve da votação.

 

Os europeus aprovaram as medidas um dia depois de o governo do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, divulgar a imposição de sanções extras ao Irã. Quarta-feira (16) no final da tarde, o secretário do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, e o sub-secretário para Inteligência Financeira e Terrorismo norte-americano, Stuart Levey, anunciaram as restrições.

 

Pelo pacote aprovado nos Estados Unidos, ficam proibidas as operações bancárias, a circulação de navios de bandeira iraniana e negociações com empresas nos setores de petróleo, gás e energia. Também será ampliada a fiscalização das atividades da Guarda Revolucionária Iraniana. O governo norte-americano divulgou ainda nomes de empresas e companhias que atuariam como colaboradores do regime do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.

 



Fonte: Agência Brasil
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